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	<title>Indistinguível da Magia &#187; google</title>
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		<title>Indistinguível da Magia &#187; google</title>
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		<title>Backup dos dados de seu celular: mande tudo para a nuvem</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 05:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último dia 20 de julho, o caderno Digital do jornal O Globo publicou uma interessante reportagem sobre como fazer o backup dos dados de celulares usando os aplicativos fornecidos pelos fabricantes e alguns serviços disponibilizados pelas das operadoras. Logo após a publicação do artigo, algumas pessoas me procuraram para perguntar qual das opções apresentadas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&blog=4298807&post=349&subd=indistinguivel&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 20 de julho, o caderno Digital do jornal O Globo publicou uma interessante reportagem sobre como fazer o backup dos dados de celulares usando os aplicativos fornecidos pelos fabricantes e alguns serviços disponibilizados pelas das operadoras.</p>
<p>Logo após a publicação do artigo, algumas pessoas me procuraram para perguntar qual das opções apresentadas eu uso para fazer a cópia dos dados de meus <em>smartphones</em> e resolvi detalhar como faço aqui no blog. Durante muitos anos cheguei a usar os programas de backup oferecidos pelos fabricantes, mas eu os abandonei há muito tempo. Hoje, prefiro usar os serviços de sincronização de dados online e já comentei sobre alguns deles no <a title="Vivendo nas nuvens" href="http://indist.com/2009/02/12/vivendo-nas-nuvens/" target="_self">meu artigo sobre computação em nuvem</a>. Como normalmente uso três plataformas diferentes, acabo por usar três serviços distintos. Apesar de ser mais trabalhoso do que optar por apenas um serviço multiplataforma, o armazenamento dos dados em locais diferentes aumenta consideravelmente a eficiência do backup.</p>
<p>O serviço que uso há mais tempo é o <a title="MobileMe - site oficial" href="http://www.me.com" target="_blank">MobileMe</a>. Na época em que era conhecido como .Mac, eu o usava para sincronizar meus dados entre meus Macs e a web. Através do iSync, os mesmos dados podiam ser sincronizados com todos os meus celulares. Com a chegada do iPhone, o serviço evoluiu bastante, mudando de nome e oferecendo novos recursos.</p>
<p>Mas, apesar de funcionar muito bem com o iPhone, o MobileMe não é compatível com outras plataformas. É aí que entra o <a title="GoogleSync - página oficial" href="http://www.google.com/mobile/products/sync.html#p=default" target="_blank">GoogleSync</a>, que me permite sincronizar o Blackberry e também alguns <em>smartphones</em> Symbian.</p>
<p>Finalmente, resolvi começar a testar o <a title="Nokia Ovi - site oficial" href="http://www.ovi.com/services/" target="_blank">Nokia Ovi</a>, portal de serviços da Nokia que se integra muito bem com os <em>smartphones</em> da empresa e, assim, vou aproveitar para falar um pouco sobre ele. Vejamos então como eu uso cada um&#8230;</p>
<p><span id="more-349"></span></p>
<p><strong>MobileMe</strong></p>
<div id="attachment_368" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-368" title="mobileme-home" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-home.png?w=450&#038;h=200" alt="Tela inicial do MobileMe" width="450" height="200" /><p class="wp-caption-text">Tela inicial do MobileMe</p></div>
<p>Para os usuários do iPhone, o <a title="MobileMe - site oficial" href="http://www.me.com" target="_blank">MobileMe</a> é a opção mais prática para manter uma cópia online das informações de contatos e calendários. Graças ao serviço, os dados não precisam passar pelo iTunes, todo o processo é executado em tempo real cada vez que uma informação é alterada no <em>smartphone</em>, no computador ou no próprio site. Para tanto, só é preciso habilitar a função <em>push</em> disponível no aparelho.</p>
<div id="attachment_374" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-374" title="mobileme-contacts" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-contacts.png?w=450&#038;h=226" alt="Contatos sincronizados no MobileMe" width="450" height="226" /><p class="wp-caption-text">Contatos sincronizados no MobileMe</p></div>
<p>Por ser um serviço oferecido pela própria Apple, não há perda de nenhum tipo de informação. Todos os campos preenchidos para cada contato no catálogo de endereços do Mac, por exemplo, são apresentados da mesma forma na página online e são integralmente transferidos para o iPhone, incluindo anotações e imagens. O serviço é tão transparente que, uma vez configurado e habilitado, dispensa qualquer tipo de ação do usuário.</p>
<div id="attachment_377" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-377" title="mobileme-calendar" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-calendar.png?w=450&#038;h=226" alt="Visualização semanal do calendário online do MobileMe" width="450" height="226" /><p class="wp-caption-text">Visualização semanal do calendário online do MobileMe</p></div>
<p>Todas as informações armazenadas nos diferentes calendários do computador do usuário também são mantidas durante a sincronização, incluindo as diferentes categorias que podem ser criadas. Até mesmo o esquema de cores definido pelo usuário no seu computador é exportado para o iPhone.</p>
<div id="attachment_380" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-380" title="mobileme-idisk" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-idisk.png?w=200&#038;h=300" alt="Acesso ao iDisk no QuickOffice para iPhone" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Acesso ao iDisk no QuickOffice para iPhone</p></div>
<p>Além de contatos e calendários, o MobileMe oferece outros recursos, alguns irrelevantes para o iPhone (como backup de configurações dos aplicativos instalados no Mac, por exemplo), outros importantes, mas que fogem ao escopo deste artigo (como o sistema de <em><a title="Push Email - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Push_e-mail" target="_blank">push email</a></em>). Entretanto, seu disco virtual também pode ser sincronizado em tempo real com o computador do usuário e os documentos nele armazenados podem ser acessados por determinados aplicativos instalados no iPhone, como é o caso do QuickOffice, aplicativo que permite a edição e visualização de documentos no padrão Microsoft Office.</p>
<p>Através do aplicativo, o usuário pode facilmente editar um documento Word ou Excel em seu <em>smartphone</em> e, ao retornar para sua casa ou escritório, verá o documento já atualizado em seu computador. Se seus equipamentos estiverem configurados para sincronização automática, todo o processo é realizado sem a sua intervenção.</p>
<p>O MobileMe é sem dúvida uma das soluções mais completas disponíveis para backup de dados de um smartphone. Sua facilidade de uso o coloca a frente de todas as outras opções, mas, por outro lado, só atende os usuários de iPhone, além de ser totalmente otimizado para uso com computadores e aplicativos da Apple. Além disso, não é um serviço barato, com uma assinatura ao custo de US$100,00 por ano.</p>
<p><strong>GoogleSync</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-102" title="sync-48x48" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/sync-48x48.gif?w=48&#038;h=48" alt="sync-48x48" width="48" height="48" />E o que pode ser feito se você não tem um iPhone ou não quer gastar nada para enviar seus dados para a nuvem? A solução é olhar para o Grande Irmão, ou melhor, para o Google e seu serviço de sincronização de dados, o GoogleSync.</p>
<p>O <a title="GoogleSync - página oficial" href="http://m.google.com/sync" target="_blank">GoogleSync</a> não é uma solução tão elegante quanto o MobileMe e funciona de formas distintas em cada plataforma. Em <em>smartphones</em> S60, por exemplo, ele deve ser configurado como um servidor Exchange. O único requisito é a instalação de um aplicativo gratuito fornecido pela Nokia, o <a title="Mail for Exchange - página para download" href="http://www.businesssoftware.nokia.com/mail_for_exchange_downloads.php" target="_blank">Mail for Exchange</a> (vários modelos mais recentes já saem de fábrica com ele). No site do GoogleSync estão disponíveis <a title="Como configurar o GoogleSync em aparelhos S60" href="http://google.com/support/mobile/bin/answer.py?answer=147951&amp;ctx=sibling" target="_blank">instruções detalhadas</a> sobre como configurar o serviço. A única limitação em celulares S60 é que apenas os eventos do calendário principal de sua conta no Google podem ser sincronizados, o que não chega a ser um problema sério considerando que o S60 não permite a criação de múltiplos calendários.</p>
<div id="attachment_395" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-395" title="googlesync-blackberry" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/googlesync-blackberry.jpg?w=225&#038;h=300" alt="GoogleSync Blackberry Client" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">GoogleSync Blackberry Client</p></div>
<p>O serviço também funciona muito bem com o Blackberry. Neste caso, é preciso instalar um aplicativo fornecido pelo Google, o GoogleSync Blackberry Client. A instalação do cliente deve ser feita a partir do próprio <em>smartphone</em>, apontando o navegador para a <a title="GoogleSync - página oficial" href="http://m.google.com/sync" target="_blank">página inicial</a> do serviço (se você estiver lendo isto em um Blackberry, basta selecionar o link e você será levado para a página de download). Após a instalação, a sincronização ocorre automaticamente, qualquer evento ou contato criado ou editado no <em>smartphone</em> ou no Gmail e Google Calendar são atualizados em tempo real. Opcionalmente, o usuário pode optar pela sincronização manual, já que a opção &#8220;GoogleSync&#8221; passa a fazer parte dos menus do Blackberry.</p>
<p>Ao contrário do que ocorre com o S60, o GoogleSync para Blackberry permite ao usuário escolher quais os calendários de sua conta no Google ele deseja sincronizar. Entretanto, como o Blackberry também não trabalha com calendários múltiplos em uma determinada conta, todas as entradas serão apresentadas simultaneamente. Além disso, os eventos criados no <em>smartphone</em> serão sincronizados apenas com o calendário principal da conta no Google. Se o usuário desejar criar um evento em outro calendário, ele pode fazê-lo no Blackberry, mas deverá movê-lo manualmente no site do Google Calendar.</p>
<p>Em outras plataformas, o funcionamento do GoogleSync é similar ao que ocorre com o S60, ou seja, ele deve ser configurado como um servidor Exchange. No iPhone, ele se mostra uma ótima opção ao MobileMe pois permite a sincronização de múltiplos calendários (até 5 no OS 2.2 e até 25 no OS 3.0). No Windows Mobile ele também funciona razoavelmente bem, mas ainda é a plataforma onde a sincronização é <a title="Limitações do GoogleSync no Windows Mobile" href="http://www.google.com/support/mobile/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=139655" target="_blank">mais instável</a> e alguns dados podem se perder. Antes de testar o serviço, em qualquer plataforma, o usuário deve fazer uma cópia de todos os seus dados usando os métodos de backup fornecidos pelos fabricantes.</p>
<div id="attachment_404" class="wp-caption alignleft" style="width: 175px"><img class="size-full wp-image-404" title="busysync" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/busysync.png?w=165&#038;h=160" alt="BusySync" width="165" height="160" /><p class="wp-caption-text">BusySync</p></div>
<p>Pessoalmente, gosto da forma como o GoogleSync funciona no Blackberry, é transparente e funcional. Entretanto, como sempre usei o MobileMe como central para todos os meus dados pessoais, o Google era mais uma curiosidade. Seria trabalhoso demais manter duas contas diferentes atualizadas com as mesmas informações. Isso até descobrir um aplicativo chamado <a title="BusySync - site oficial" href="http://www.busymac.com/" target="_blank">BusySync</a>, que sincroniza automaticamente os eventos do iCal com o Google Calendar. Com ele, todos os calendários normalmente sincronizados com o MobileMe passam a ser sincronizados automaticamente com o Google Calendar. Dessa forma, posso editar os eventos onde quiser: no Mac, no iPhone, no BlackBerry, no site do MobileMe ou no Google Calendar. Qualquer alteração será refletida em todos os outros lugares, é a nuvem funcionando a todo vapor. Até mesmo os calendários criados no MobileMe são transpostos para o Google Calendar e vice-versa. Tudo pode ser configurado com grande facilidade.</p>
<p>Graças ao BusySync, hoje separo meus calendários em dois grandes grupos. Os pessoais, aos quais só eu tenho acesso, ficam baseados no MobileMe e sincronizados com o Google Calendar. Já os calendários profissionais, que costumo compartilhar com alunos e colegas de trabalho, ficam sediados no Google Calendar para facilitar o compartilhamento, mas são sincronizados com o MobileMe dinamicamente via BusySync. Ao consultar os eventos nos meus dispositivos móveis, não preciso saber a que serviço cada calendário pertence, todos são exibidos simultaneamente.</p>
<div id="attachment_407" class="wp-caption alignright" style="width: 287px"><img class="size-medium wp-image-407" title="address book - preferences" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/address-book-preferences.png?w=277&#038;h=300" alt="Preferências do Address Book" width="277" height="300" /><p class="wp-caption-text">Preferências do Address Book</p></div>
<p>O BusySync, no entanto, só sincroniza calendários. Para manter os contatos sincronizados com uma conta no GMail, o procedimento é simples, já que, desde a versão 10.5.3, o Mac OS X faz isso automaticamente, bastando selecionar a opção &#8220;Syncronize with Google&#8221; nas preferências do Address Book. Assim, da mesma forma que os eventos cadastrados são exibidos em todos os meus equipamentos, os contatos também são sincronizados automaticamente.</p>
<p><strong>Nokia Ovi</strong></p>
<p>O terceiro serviço que uso, mais para testes do que para meu dia-a-dia, é o <a title="Nokia Ovi - site oficial" href="http://www.ovi.com/" target="_blank">Nokia Ovi</a>, um portal que agrega uma gama bastante variada de serviços: email, catálogo de endereços, calendário, lista de tarefas, bloco de notas, mapas, lojas de músicas e aplicativos, jogos, disco virtual e central de fotos e vídeos. Comparado com os outros, o Ovi é o mais completo, mas, por outro lado, é também o mais isolado. Os dados armazenados no Ovi podem ser sincronizados facilmente com <em>smartphones</em> da Nokia, mas não há como sincronizá-los com outros serviços. Para quem quer uma forma simples de sincronizar os dados de seu Nokia com a nuvem e poder acessar esses dados de qualquer lugar, é uma opção muito interessante. Mas para quem já usa algum outro serviço, migrar para o Ovi pode não ser a melhor opção.</p>
<div id="attachment_410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-410" title="ovi-home" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-home.png?w=450&#038;h=201" alt="Nokia Ovi" width="450" height="201" /><p class="wp-caption-text">Nokia Ovi</p></div>
<p>A configuração do smartphone para sincronizar com o Ovi é muito simples. Após a criação de uma conta no site do serviço, o usuário seleciona o modelo de seu aparelho e informa o número de seu celular. Uma mensagem com o link para download das configurações será enviado para o celular via SMS. Uma vez configurada, a sincronização pode ser feita automaticamente ou manualmente, conforme a escolha do usuário.</p>
<div id="attachment_413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-413" title="ovi-contacts" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-contacts.png?w=450&#038;h=318" alt="Ovi Contacts" width="450" height="318" /><p class="wp-caption-text">Ovi Contacts</p></div>
<p>Assim como ocorre com o MobileMe e o iPhone, o Ovi sincroniza todas as informações dos contatos, incluindo as fotografias. O mesmo vale para eventos e tarefas do calendário e anotações do bloco de notas do <em>smartphone</em>. Umas vez sincronizados, os dados ficam disponíveis para consulta no website do serviço e podem ser transferidos para outros aparelhos, caso o usuário possua mais de um <em>smartphone</em> da Nokia.</p>
<div id="attachment_414" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-414" title="ovi-calendar" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-calendar.png?w=450&#038;h=300" alt="Ovi Calendar" width="450" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ovi Calendar</p></div>
<p>Como usuário do MobileMe, estou acostumado a usar o disco virtual oferecido pela Apple junto com o serviço. Assim, nunca senti necessidade de outros discos virtuais, até conhecer o Ovi Files. Mais que um disco virtual, o Ovi Files é um portal de acesso aos arquivos armazenados em seu computador. E como meus Macs sincronizam arquivos automaticamente com o iDisk do MobileMe, através do Ovi Files tenho acesso a esses mesmos arquivos a partir de meus smartphones de um modo ainda mais eficiente do que atualmente é possível com o próprio iPhone. A Apple prometeu um aplicativo para acesso direto ao conteúdo do iDisk, mas até o momento ainda não está disponível.</p>
<div id="attachment_415" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><img class="size-medium wp-image-415" title="ovi-files-mobile" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-files-mobile.png?w=168&#038;h=300" alt="Ovi Files em um Nokia 5800" width="168" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ovi Files em um Nokia 5800</p></div>
<p>Para usar o Ovi Files, é preciso instalar um aplicativo específico no computador, o Ovi Files Connector, disponível para Mac e Windows. Ele fará a ponte entre a web e os arquivos armazenados em seu computador e também permite o acesso ao disco virtual oferecido pela Nokia (<em>Files Anywhere</em>).</p>
<p>No smartphone, o acesso é feito via browser, ou através de um widget especial que pode ser baixado diretamente do site do serviço. Para visualizar os arquivos é preciso ter no smartphone programas capazes de abrí-los, como pacotes Office, visualizadores de PDFs, etc. Existem vários disponíveis para a plataforma, o que torna o serviço algo bastante versátil.</p>
<p>Independente da plataforma ou serviço utilizado, a computação em nuvem é uma opção muito interessante para realizar o backup dos dados de um <em>smartphone</em>. As vantagens sobre as soluções convencionais são inúmeras, incluindo a sincronização em tempo real e a possibilidade de migração dos dados para outros aparelhos, algo muito útil quando um usuário troca de celular.</p>
<p>Neste artigo, destaquei as soluções que uso em meu dia-a-dia como exemplo. Fica aqui a dica para que explorem o conceito, testem estes e outros serviços. E não deixem de trazer seus comentários, gostaria muito de saber como vocês lidam com as informações disponíveis em seus dispositivos móveis!</p>
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		<title>Vivendo nas nuvens</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 03:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já passa da hora de atualizar este blog e hoje baixou a vontade de escrever sobre a grande e onipresente nuvem computacional que anda nos rodeando há algum tempo. Há muitos anos ouvimos falar em projetos mirabolantes de transpor nossos dados digitais para a web, acabando com a necessidade de computadores poderosos rodando software proprietário. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&blog=4298807&post=61&subd=indistinguivel&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-96 aligncenter" title="above_the_clouds" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/above_the_clouds.jpg?w=450&#038;h=112" alt="Nuvens" width="450" height="112" /></p>
<p>Já passa da hora de atualizar este blog e hoje baixou a vontade de escrever sobre a grande e onipresente nuvem computacional que anda nos rodeando há algum tempo.</p>
<p>Há muitos anos ouvimos falar em projetos mirabolantes de transpor nossos dados digitais para a web, acabando com a necessidade de computadores poderosos rodando software proprietário. Só precisaríamos de terminais conectados à grande rede para ter acesso a programas sempre atualizados e à nossa sempre crescente coleção de dados variados.</p>
<p>Em uma época quando a banda larga era apenas um sonho, essa conversa soava mais como um conto de ficção. Até a virada do milênio, praticamente ninguém considerava seriamente a possibilidade de largar suas informações nas correntezas da Internet. Entretanto, como sempre acontece, as coisas mudaram radicalmente e, hoje, muita gente já vive nas nuvens e nem percebe&#8230;<span id="more-61"></span></p>
<p>Em termos práticos, a mudança veio com a chegada do webmail, em meados dos anos 90, mais precisamente em 1995 quando o indiano <a title="Sabeer Bhatia - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sabeer_Bhatia" target="_blank">Sabeer Bhatia</a> e o americano Jack Smith, ex-funcionários da Apple, se juntaram para trabalhar em novas idéias para a Internet. A partir do conceito de um banco de dados baseado na web batizado de Javasoft, os dois desenvolveram o primeiro serviço de webmail, o <a title="HoTMaiL - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/HoTMaiL" target="_blank">HoTMaiL</a> (a grafia destacava a sigla HTML, deixando claro o fato de ser um serviço para ser usado em um navegador).</p>
<p>O sucesso foi instantâneo e logo após o lançamento comercial em julho de 1996, milhões de pessoas passaram a manter suas mensagens nos servidores do HoTMaiL (em dezembro de 1997, o número de contas chegava a 8,5 milhões). Para esses usuários, acabava ali a necessidade de manter um cliente de email instalado em seu computador, suas mensagens estavam disponíveis em qualquer máquina que estivesse conectada à web.</p>
<p>O HoTMail original não existe mais. Comprado no final de 1997 pela Microsoft, ele foi integrado à rede de serviços da Microsoft Network (MSN) e sofreu mudanças radicais com o passar dos anos. Hoje, conhecido como <a title="Windows Live Hotmail" href="http://www.hotmail.com" target="_blank">Windows Live Hotmail,</a> o serviço conta com cerca de 300 milhões de usuários.</p>
<p>O HoTMaiL foi apenas um dos primeiros passos concretos para a levar a nuvem à vida diária das pessoas. Vários outros serviços surgiram a seguir, mas nenhum foi tão influente quando o <a title="GMail" href="http://www.gmail.com" target="_blank">GMail</a>. Lançado experimentalmente pelo Google como um beta fechado em abril de 2004, o serviço foi o pioneiro a oferecer um amplo espaço para o armazenamento de mensagens. Enquanto os serviços concorrentes ofereciam no máximo 15 MB, o GMail iniciou suas operações oferecendo o inimaginável limite de 1 GB.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-104" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" title="gmail-logo" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/gmail-logo.gif?w=143&#038;h=59" alt="gmail-logo" width="143" height="59" />Mas os desenvolvedores do Google não revolucionaram o webmail apenas com a oferta de um amplo espaço de armazenamento. Pioneiro no uso de técnicas <a title="Ajax - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ajax_%28programming%29" target="_blank">Ajax</a> de desenvolvimento, o GMail oferecia uma interface diferente de tudo o que os usuários estavam acosutmados a ver nos serviços concorrentes. Seu uso se assemelhava mais a um software local do que a um website, com menus abertos instantaneamente, mensagens exibidas rapidamente e com o uso inovador de classificação por tags no lugar das pastas convencionais, facilitando a busca por conteúdo específico no meio de um universo interminável de mensagens.</p>
<p>Hoje o GMail é mundialmente conhecido como o padrão de correio eletrônico e é cada vez mais difícil encontrar usuários que não possuam ao menos uma conta no serviço. Entretanto, o webmail foi apenas a pontapé inicial para a massificação da nuvem.</p>
<p>Com o aumento da velocidade de conexão à Internet, arquivos cada vez maiores passaram a ser transmitidos, o que levou à criação de serviços de hospedagem de arquivos para facilitar a troca entre usuários. Temos hoje à nossa disposição várias opções não apenas para a troca de arquivos, como o <a title="yousendit" href="http://www.yousendit.com/" target="_blank">YouSendIt</a>, mas para o armazenamento a longo prazo em verdadeiros HDs virtuais, como o <a title="DropBox" href="http://www.getdropbox.com/" target="_blank">DropBox</a> e o novo <a title="Windows Live Mesh" href="http://www.mesh.com/" target="_blank">Windows Live Mesh</a>.</p>
<p>Mas alguns desses serviços vão além do simples armazenamento, oferecendo a possibilidade de sincronização de dados. Na prática, isso significa que o usuário não precisa apenas manter seus arquivos online, ele pode trabalhar de forma mais eficiente em cópias locais que serão sincronizadas automaticamente com as versões salvas na nuvem. Assim, é possível iniciar um trabalho no computador de casa e continuar trabalhando no mesmo arquivo mais tarde, no escritório, por exemplo. Os dados estarão sempre sincronizados graças à conexão constante com o serviço online. Caso o usuário precise acessar seus arquivos a partir de um computador público, o acesso via navegador é sempre uma opção disponível.</p>
<div id="attachment_100" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-100" title="mobileme" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/mobileme.jpg?w=450&#038;h=225" alt="mobileme" width="450" height="225" /><p class="wp-caption-text">Tela de login do MobileMe (Apple)</p></div>
<p>E não são apenas os dados salvos em arquivos que hoje ficam disponíveis online e que podem ser sincronizados. Informações pessoais, como nossos contatos, calendários e anotações também contam com excelentes serviços de compartilhamento e sincronização. Serviços como o <a title="MobileMe" href="http://www.me.com" target="_blank">MobileMe</a> da Apple (voltado para uso pessoal) e o Microsoft <a title="Microsoft Exchange Server" href="http://www.microsoft.com/EXCHANGE/default.mspx" target="_blank">Exchange</a> (para uso corporativo) são cada vez mais usados por quem precisa ter acesso não apenas às suas mensagens, mas a toda uma gama de dados pessoais a qualquer momento.</p>
<p>Neste novo cenário, acabamos perdendo a noção de onde estão nossas informações. Colecionamos contas em diversos serviços, dividimos nossos contatos entre Facebook, Live Messenger e MobileMe, compartilhamos fotos através do Flicker e vídeos através do YouTube. Mantemos artigos em nossos blogs, divulgamos nossos podcasts via RSS e participamos ativamente de discussões em grupo nos fóruns online. Quanto mais nos deixamos envolver pela nuvem, menos controle temos na organização de todos esses dados. Não precisamos mais de nossos computadores para manter nossas informações, agora dependemos deles para encontrá-las.</p>
<p>Não está longe o momento quando não precisaremos mais nos preocupar com a localização física de nossos arquivos. Hoje em dia, nossos sistemas operacionais já são bem eficientes na busca de informações armazenadas localmente graças aos métodos de indexação dinâmica de todos os dados que entram na máquina. O próximo passo é a busca inteligente dos dados espalhados pela nuvem, conceito explorado no recém apresentado <a href="http://www.palm.com/us/products/phones/pre/index.html">Pré</a>, o smartphone da Palm baseado no novo sistema operacional da empresa, o WebOS, com lançamento previsto para meados deste ano nos EUA.</p>
<p>Através de um sistema batizado de Synergy, o usuário do Pré tem acesso aos seus calendários do Outlook, Google Calendar e FaceBook em uma única interface. O mesmo vale para os dados de seus contatos, ao buscar por uma determinada pessoa na agenda, o Pré junta em uma só tela as informações disponibilizadas em diversos serviços online.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-102" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" title="sync-48x48" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/sync-48x48.gif?w=48&#038;h=48" alt="sync-48x48" width="48" height="48" />No início desta semana, o Google apresentou o <a title="Google Sync" href="http://www.google.com/mobile/default/sync.html" target="_blank">GoogleSync</a>, serviço para sincronização de contatos e calendários armazenados nos servicos da empresa com celulares e smartphones. Compatível com iPhone, BlackBerry, Nokia (S40 e S60), Sony Ericsson e Windows Mobile, o serviço mantém os dados sincronizados sem que o usuário precise se preocupar se está alterando ou incluindo alguma informação a partir de seu telefone ou de qualquer computador conectado.</p>
<p>Mas eu não poderia fechar este artigo sem comentar os aplicativos disponíveis para uso direto no navegador. Hoje, temos à nossa disposição uma gama bastante variada de programas online, como o <a title="Google Docs" href="http://docs.google.com" target="_blank">Google Docs</a>, provavelmente a mais conhecida suite de aplicativos disponível na Internet. Através do Google Docs, o usuário não apenas cria e manipula seus documentos de texto, planilhas e apresentações, mas também pode compartilhá-los com qualquer outro usuário do serviço. Muitas empresas estão subsituindo o Microsoft Office pelo Google Docs, o que levou a Microsoft a apresentar o <a title="Office Live Workspace" href="http://workspace.office.live.com/" target="_blank">Office Live Workspace</a>, um serviço para compartilhamento de documentos criados no Microsoft Office. E, para não ficar para trás, a Apple também está lançando o seu sistema de compartilhamento de documentos criados em sua suite de aplicativos para escritório, o <a title="iWork.com" href="http://www.apple.com/iwork/iwork-dot-com/" target="_blank">iWork.com</a>, disponível para os usuários da versão 2009 do iWork.</p>
<p>Como nem só de Office vive o ser humano, outras empresas começam a explorar outros mercados, como é o caso do site <a title="Aviary" href="http://aviary.com/" target="_blank">Aviary.com</a>. Lá, encontramos programas de ilustração vetorial (<a title="Aviary Raven" href="http://aviary.com/tools/raven" target="_blank">Raven</a>) e de tratamento de imagens (<a title="Aviary Phoenix" href="http://aviary.com/tools/phoenix" target="_blank">Phoenix</a>) bem competentes. Eles ainda estão longe de editores conhecidos como o Adobe Illustrator e Adobe Photoshop, mas uma rápida olhada nas galerias de exemplos deixa claro o potencial desses programas.</p>
<div id="attachment_106" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-106" title="aviary-sample" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/aviary-sample.png?w=450&#038;h=280" alt="Ilustração feita no Raven" width="450" height="280" /><p class="wp-caption-text">Ilustração feita no Raven</p></div>
<p>Para quem quer viver nas nuvens, as opções não são poucas e a praticidade oferecida por esses serviços não passa despercebida. Mas é melhor não confiar 100% neles, ainda não há nada como um bom backup em algum tipo de mídia que podemos tocar. Afinal, se algum problema sério ocorre com a nuvem, veremos nossos dados virar fumaça em um piscar de olhos&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/indistinguivel.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/indistinguivel.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/indistinguivel.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/indistinguivel.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/indistinguivel.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/indistinguivel.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/indistinguivel.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/indistinguivel.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/indistinguivel.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/indistinguivel.wordpress.com/61/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&blog=4298807&post=61&subd=indistinguivel&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vamos sonhar?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 03:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/09/dream.png"><img class="size-medium wp-image-47" title="HTC Dream" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/09/dream.png?w=240&#038;h=225" alt="HTC Dream" width="240" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">HTC G1 &quot;Dream&quot;</p></div>
<p>O dia 23 de setembro de 2008 marca a chegada de um novo jogador no campo dos celulares inteligentes. Depois de uma longa espera, finalmente a operadora americana <a title="T-Mobile" href="http://www.t-mobile.com" target="_blank">T-Mobile</a> apresentou o primeiro smartphone baseado no <a title="Open Handset Alliance" href="http://www.openhandsetalliance.com" target="_blank">Android</a>, o sistema operacional do Google para celulares.</p>
<p>Fabricado pela <a title="HTC" href="http://www.htc.com" target="_blank">HTC</a>, responsável por uma gama variada de smartphones baseados em Windows Mobile, o <a title="HTC G1" href="http://www.htc.com/www/product/g1/overview.html" target="_blank">G1</a> (conhecido até agora como Dream) começará a ser vendido em outubro, dando início a uma nova etapa na era da ubiqüidade computacional. Ou será que não?</p>
<p><span id="more-46"></span>Atualmente, encontramos uma quantidade razoável de plataformas móveis: <a title="Symbian" href="http://www.symbian.com" target="_blank">Symbian</a>, <a title="Palm" href="http://www.palm.com" target="_blank">Palm OS</a>, <a title="Windows Mobile" href="http://www.microsoft.com/windowsmobile/en-us/default.mspx" target="_blank">Windows Mobile</a>, <a title="Openmoko" href="http://wiki.openmoko.org/wiki/Main_Page" target="_blank">Linux</a> e, mais recentemente, o <a title="iPhone" href="http://www.apple.com/iphone">iPhone OS</a>. Com tantas opções, muitos questionam se o Android será capaz de se sobressair e conquistar uma fatia do mercado. A tarefa não é fácil, principalmente se considerarmos que muitas das plataformas concorrentes já estão no mercado há décadas e cativaram uma base considerável de usuários.</p>
<p>Acredito que o G1 acabará funcionando como um teste de aceitação. Vendido exclusivamente por uma única operadora, seu eventual sucesso ou fracasso mostrará o quanto o público é capaz de aceitar uma nova plataforma. Aparentemente, a idéia é repetir o que a Apple fez em 2007, com o iPhone. Lançado em condições semelhantes (vendido apenas no mercado norte-americano por uma única operadora), o celular da Apple tornou-se um objeto de desejo que será comercializado em cerca de 70 países até o final deste ano.</p>
<p>Repetir esse sucesso não é fácil mas os criadores do Android fizeram seu dever de casa, pelo menos em parte. Graças a uma competição realizada no início deste ano, oferecendo até 250 mil dólares para os melhores desenvolvedores, o G1 chegará às lojas amparado por uma boa quantidade de aplicativos, muitos dos quais inovadores. Assim como ocorre com o iPhone, o G1 (e todos os celulares baseados no Android que forem lançados a seguir) permitirá o acesso a uma loja virtual de aplicativos que poderão ser comercializados ou distribuídos gratuitamente, o <em>Android Market</em>.</p>
<p>Mas nem tudo são flores para a nova plataforma. O Android foi criado para ser um sistema livre, disponível para qualquer fabricante interessado em lançar um dispositivo compatível. Cada fabricante tem a liberdade de projetar o hardware da forma que achar mais interessante e, com isso, veremos aparelhos tanto com telas sensíveis ao toque quanto com telas convencionais, aparelhos com ou sem teclado e aparelhos com formatos variados. Do ponto de vista do desenvolvedor, o sonho torna-se um pesadelo, pois todo aplicativo deve ser pensado para funcionar em qualquer celular rodando o Android, independente da sua forma e da sua interface física. As chances da coisa toda não funcionar bem são consideráveis.</p>
<p>Mas, apesar dos problemas, é sempre bom contar com mais um jogador em um mercado já competitivo. Quem sai ganhando com mais opções é o usuário, que terá acesso a cada vez mais aparelhos a custos cada vez mais baixos. O único risco, nesse caso, é o Google conseguir chegar ainda mais perto de seu maior objetivo: a dominação do mundo&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/indistinguivel.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/indistinguivel.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/indistinguivel.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/indistinguivel.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/indistinguivel.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/indistinguivel.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/indistinguivel.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/indistinguivel.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/indistinguivel.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/indistinguivel.wordpress.com/46/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&blog=4298807&post=46&subd=indistinguivel&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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