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	<title>Indistinguível da Magia &#187; dispositivos móveis</title>
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		<title>Indistinguível da Magia &#187; dispositivos móveis</title>
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		<title>Backup dos dados de seu celular: mande tudo para a nuvem</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 05:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último dia 20 de julho, o caderno Digital do jornal O Globo publicou uma interessante reportagem sobre como fazer o backup dos dados de celulares usando os aplicativos fornecidos pelos fabricantes e alguns serviços disponibilizados pelas das operadoras. Logo após a publicação do artigo, algumas pessoas me procuraram para perguntar qual das opções apresentadas <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=349&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 20 de julho, o caderno Digital do jornal O Globo publicou uma interessante reportagem sobre como fazer o backup dos dados de celulares usando os aplicativos fornecidos pelos fabricantes e alguns serviços disponibilizados pelas das operadoras.</p>
<p>Logo após a publicação do artigo, algumas pessoas me procuraram para perguntar qual das opções apresentadas eu uso para fazer a cópia dos dados de meus <em>smartphones</em> e resolvi detalhar como faço aqui no blog. Durante muitos anos cheguei a usar os programas de backup oferecidos pelos fabricantes, mas eu os abandonei há muito tempo. Hoje, prefiro usar os serviços de sincronização de dados online e já comentei sobre alguns deles no <a title="Vivendo nas nuvens" href="http://indist.com/2009/02/12/vivendo-nas-nuvens/" target="_self">meu artigo sobre computação em nuvem</a>. Como normalmente uso três plataformas diferentes, acabo por usar três serviços distintos. Apesar de ser mais trabalhoso do que optar por apenas um serviço multiplataforma, o armazenamento dos dados em locais diferentes aumenta consideravelmente a eficiência do backup.</p>
<p>O serviço que uso há mais tempo é o <a title="MobileMe - site oficial" href="http://www.me.com" target="_blank">MobileMe</a>. Na época em que era conhecido como .Mac, eu o usava para sincronizar meus dados entre meus Macs e a web. Através do iSync, os mesmos dados podiam ser sincronizados com todos os meus celulares. Com a chegada do iPhone, o serviço evoluiu bastante, mudando de nome e oferecendo novos recursos.</p>
<p>Mas, apesar de funcionar muito bem com o iPhone, o MobileMe não é compatível com outras plataformas. É aí que entra o <a title="GoogleSync - página oficial" href="http://www.google.com/mobile/products/sync.html#p=default" target="_blank">GoogleSync</a>, que me permite sincronizar o Blackberry e também alguns <em>smartphones</em> Symbian.</p>
<p>Finalmente, resolvi começar a testar o <a title="Nokia Ovi - site oficial" href="http://www.ovi.com/services/" target="_blank">Nokia Ovi</a>, portal de serviços da Nokia que se integra muito bem com os <em>smartphones</em> da empresa e, assim, vou aproveitar para falar um pouco sobre ele. Vejamos então como eu uso cada um&#8230;</p>
<p><span id="more-349"></span></p>
<p><strong>MobileMe</strong></p>
<div id="attachment_368" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-368" title="mobileme-home" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-home.png?w=450&#038;h=200" alt="Tela inicial do MobileMe" width="450" height="200" /><p class="wp-caption-text">Tela inicial do MobileMe</p></div>
<p>Para os usuários do iPhone, o <a title="MobileMe - site oficial" href="http://www.me.com" target="_blank">MobileMe</a> é a opção mais prática para manter uma cópia online das informações de contatos e calendários. Graças ao serviço, os dados não precisam passar pelo iTunes, todo o processo é executado em tempo real cada vez que uma informação é alterada no <em>smartphone</em>, no computador ou no próprio site. Para tanto, só é preciso habilitar a função <em>push</em> disponível no aparelho.</p>
<div id="attachment_374" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-374" title="mobileme-contacts" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-contacts.png?w=450&#038;h=226" alt="Contatos sincronizados no MobileMe" width="450" height="226" /><p class="wp-caption-text">Contatos sincronizados no MobileMe</p></div>
<p>Por ser um serviço oferecido pela própria Apple, não há perda de nenhum tipo de informação. Todos os campos preenchidos para cada contato no catálogo de endereços do Mac, por exemplo, são apresentados da mesma forma na página online e são integralmente transferidos para o iPhone, incluindo anotações e imagens. O serviço é tão transparente que, uma vez configurado e habilitado, dispensa qualquer tipo de ação do usuário.</p>
<div id="attachment_377" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-377" title="mobileme-calendar" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-calendar.png?w=450&#038;h=226" alt="Visualização semanal do calendário online do MobileMe" width="450" height="226" /><p class="wp-caption-text">Visualização semanal do calendário online do MobileMe</p></div>
<p>Todas as informações armazenadas nos diferentes calendários do computador do usuário também são mantidas durante a sincronização, incluindo as diferentes categorias que podem ser criadas. Até mesmo o esquema de cores definido pelo usuário no seu computador é exportado para o iPhone.</p>
<div id="attachment_380" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-380" title="mobileme-idisk" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/mobileme-idisk.png?w=200&#038;h=300" alt="Acesso ao iDisk no QuickOffice para iPhone" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Acesso ao iDisk no QuickOffice para iPhone</p></div>
<p>Além de contatos e calendários, o MobileMe oferece outros recursos, alguns irrelevantes para o iPhone (como backup de configurações dos aplicativos instalados no Mac, por exemplo), outros importantes, mas que fogem ao escopo deste artigo (como o sistema de <em><a title="Push Email - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Push_e-mail" target="_blank">push email</a></em>). Entretanto, seu disco virtual também pode ser sincronizado em tempo real com o computador do usuário e os documentos nele armazenados podem ser acessados por determinados aplicativos instalados no iPhone, como é o caso do QuickOffice, aplicativo que permite a edição e visualização de documentos no padrão Microsoft Office.</p>
<p>Através do aplicativo, o usuário pode facilmente editar um documento Word ou Excel em seu <em>smartphone</em> e, ao retornar para sua casa ou escritório, verá o documento já atualizado em seu computador. Se seus equipamentos estiverem configurados para sincronização automática, todo o processo é realizado sem a sua intervenção.</p>
<p>O MobileMe é sem dúvida uma das soluções mais completas disponíveis para backup de dados de um smartphone. Sua facilidade de uso o coloca a frente de todas as outras opções, mas, por outro lado, só atende os usuários de iPhone, além de ser totalmente otimizado para uso com computadores e aplicativos da Apple. Além disso, não é um serviço barato, com uma assinatura ao custo de US$100,00 por ano.</p>
<p><strong>GoogleSync</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-102" title="sync-48x48" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/sync-48x48.gif?w=48&#038;h=48" alt="sync-48x48" width="48" height="48" />E o que pode ser feito se você não tem um iPhone ou não quer gastar nada para enviar seus dados para a nuvem? A solução é olhar para o Grande Irmão, ou melhor, para o Google e seu serviço de sincronização de dados, o GoogleSync.</p>
<p>O <a title="GoogleSync - página oficial" href="http://m.google.com/sync" target="_blank">GoogleSync</a> não é uma solução tão elegante quanto o MobileMe e funciona de formas distintas em cada plataforma. Em <em>smartphones</em> S60, por exemplo, ele deve ser configurado como um servidor Exchange. O único requisito é a instalação de um aplicativo gratuito fornecido pela Nokia, o <a title="Mail for Exchange - página para download" href="http://www.businesssoftware.nokia.com/mail_for_exchange_downloads.php" target="_blank">Mail for Exchange</a> (vários modelos mais recentes já saem de fábrica com ele). No site do GoogleSync estão disponíveis <a title="Como configurar o GoogleSync em aparelhos S60" href="http://google.com/support/mobile/bin/answer.py?answer=147951&amp;ctx=sibling" target="_blank">instruções detalhadas</a> sobre como configurar o serviço. A única limitação em celulares S60 é que apenas os eventos do calendário principal de sua conta no Google podem ser sincronizados, o que não chega a ser um problema sério considerando que o S60 não permite a criação de múltiplos calendários.</p>
<div id="attachment_395" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-395" title="googlesync-blackberry" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/googlesync-blackberry.jpg?w=225&#038;h=300" alt="GoogleSync Blackberry Client" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">GoogleSync Blackberry Client</p></div>
<p>O serviço também funciona muito bem com o Blackberry. Neste caso, é preciso instalar um aplicativo fornecido pelo Google, o GoogleSync Blackberry Client. A instalação do cliente deve ser feita a partir do próprio <em>smartphone</em>, apontando o navegador para a <a title="GoogleSync - página oficial" href="http://m.google.com/sync" target="_blank">página inicial</a> do serviço (se você estiver lendo isto em um Blackberry, basta selecionar o link e você será levado para a página de download). Após a instalação, a sincronização ocorre automaticamente, qualquer evento ou contato criado ou editado no <em>smartphone</em> ou no Gmail e Google Calendar são atualizados em tempo real. Opcionalmente, o usuário pode optar pela sincronização manual, já que a opção &#8220;GoogleSync&#8221; passa a fazer parte dos menus do Blackberry.</p>
<p>Ao contrário do que ocorre com o S60, o GoogleSync para Blackberry permite ao usuário escolher quais os calendários de sua conta no Google ele deseja sincronizar. Entretanto, como o Blackberry também não trabalha com calendários múltiplos em uma determinada conta, todas as entradas serão apresentadas simultaneamente. Além disso, os eventos criados no <em>smartphone</em> serão sincronizados apenas com o calendário principal da conta no Google. Se o usuário desejar criar um evento em outro calendário, ele pode fazê-lo no Blackberry, mas deverá movê-lo manualmente no site do Google Calendar.</p>
<p>Em outras plataformas, o funcionamento do GoogleSync é similar ao que ocorre com o S60, ou seja, ele deve ser configurado como um servidor Exchange. No iPhone, ele se mostra uma ótima opção ao MobileMe pois permite a sincronização de múltiplos calendários (até 5 no OS 2.2 e até 25 no OS 3.0). No Windows Mobile ele também funciona razoavelmente bem, mas ainda é a plataforma onde a sincronização é <a title="Limitações do GoogleSync no Windows Mobile" href="http://www.google.com/support/mobile/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=139655" target="_blank">mais instável</a> e alguns dados podem se perder. Antes de testar o serviço, em qualquer plataforma, o usuário deve fazer uma cópia de todos os seus dados usando os métodos de backup fornecidos pelos fabricantes.</p>
<div id="attachment_404" class="wp-caption alignleft" style="width: 175px"><img class="size-full wp-image-404" title="busysync" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/busysync.png?w=165&#038;h=160" alt="BusySync" width="165" height="160" /><p class="wp-caption-text">BusySync</p></div>
<p>Pessoalmente, gosto da forma como o GoogleSync funciona no Blackberry, é transparente e funcional. Entretanto, como sempre usei o MobileMe como central para todos os meus dados pessoais, o Google era mais uma curiosidade. Seria trabalhoso demais manter duas contas diferentes atualizadas com as mesmas informações. Isso até descobrir um aplicativo chamado <a title="BusySync - site oficial" href="http://www.busymac.com/" target="_blank">BusySync</a>, que sincroniza automaticamente os eventos do iCal com o Google Calendar. Com ele, todos os calendários normalmente sincronizados com o MobileMe passam a ser sincronizados automaticamente com o Google Calendar. Dessa forma, posso editar os eventos onde quiser: no Mac, no iPhone, no BlackBerry, no site do MobileMe ou no Google Calendar. Qualquer alteração será refletida em todos os outros lugares, é a nuvem funcionando a todo vapor. Até mesmo os calendários criados no MobileMe são transpostos para o Google Calendar e vice-versa. Tudo pode ser configurado com grande facilidade.</p>
<p>Graças ao BusySync, hoje separo meus calendários em dois grandes grupos. Os pessoais, aos quais só eu tenho acesso, ficam baseados no MobileMe e sincronizados com o Google Calendar. Já os calendários profissionais, que costumo compartilhar com alunos e colegas de trabalho, ficam sediados no Google Calendar para facilitar o compartilhamento, mas são sincronizados com o MobileMe dinamicamente via BusySync. Ao consultar os eventos nos meus dispositivos móveis, não preciso saber a que serviço cada calendário pertence, todos são exibidos simultaneamente.</p>
<div id="attachment_407" class="wp-caption alignright" style="width: 287px"><img class="size-medium wp-image-407" title="address book - preferences" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/address-book-preferences.png?w=277&#038;h=300" alt="Preferências do Address Book" width="277" height="300" /><p class="wp-caption-text">Preferências do Address Book</p></div>
<p>O BusySync, no entanto, só sincroniza calendários. Para manter os contatos sincronizados com uma conta no GMail, o procedimento é simples, já que, desde a versão 10.5.3, o Mac OS X faz isso automaticamente, bastando selecionar a opção &#8220;Syncronize with Google&#8221; nas preferências do Address Book. Assim, da mesma forma que os eventos cadastrados são exibidos em todos os meus equipamentos, os contatos também são sincronizados automaticamente.</p>
<p><strong>Nokia Ovi</strong></p>
<p>O terceiro serviço que uso, mais para testes do que para meu dia-a-dia, é o <a title="Nokia Ovi - site oficial" href="http://www.ovi.com/" target="_blank">Nokia Ovi</a>, um portal que agrega uma gama bastante variada de serviços: email, catálogo de endereços, calendário, lista de tarefas, bloco de notas, mapas, lojas de músicas e aplicativos, jogos, disco virtual e central de fotos e vídeos. Comparado com os outros, o Ovi é o mais completo, mas, por outro lado, é também o mais isolado. Os dados armazenados no Ovi podem ser sincronizados facilmente com <em>smartphones</em> da Nokia, mas não há como sincronizá-los com outros serviços. Para quem quer uma forma simples de sincronizar os dados de seu Nokia com a nuvem e poder acessar esses dados de qualquer lugar, é uma opção muito interessante. Mas para quem já usa algum outro serviço, migrar para o Ovi pode não ser a melhor opção.</p>
<div id="attachment_410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-410" title="ovi-home" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-home.png?w=450&#038;h=201" alt="Nokia Ovi" width="450" height="201" /><p class="wp-caption-text">Nokia Ovi</p></div>
<p>A configuração do smartphone para sincronizar com o Ovi é muito simples. Após a criação de uma conta no site do serviço, o usuário seleciona o modelo de seu aparelho e informa o número de seu celular. Uma mensagem com o link para download das configurações será enviado para o celular via SMS. Uma vez configurada, a sincronização pode ser feita automaticamente ou manualmente, conforme a escolha do usuário.</p>
<div id="attachment_413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-413" title="ovi-contacts" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-contacts.png?w=450&#038;h=318" alt="Ovi Contacts" width="450" height="318" /><p class="wp-caption-text">Ovi Contacts</p></div>
<p>Assim como ocorre com o MobileMe e o iPhone, o Ovi sincroniza todas as informações dos contatos, incluindo as fotografias. O mesmo vale para eventos e tarefas do calendário e anotações do bloco de notas do <em>smartphone</em>. Umas vez sincronizados, os dados ficam disponíveis para consulta no website do serviço e podem ser transferidos para outros aparelhos, caso o usuário possua mais de um <em>smartphone</em> da Nokia.</p>
<div id="attachment_414" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-414" title="ovi-calendar" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-calendar.png?w=450&#038;h=300" alt="Ovi Calendar" width="450" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ovi Calendar</p></div>
<p>Como usuário do MobileMe, estou acostumado a usar o disco virtual oferecido pela Apple junto com o serviço. Assim, nunca senti necessidade de outros discos virtuais, até conhecer o Ovi Files. Mais que um disco virtual, o Ovi Files é um portal de acesso aos arquivos armazenados em seu computador. E como meus Macs sincronizam arquivos automaticamente com o iDisk do MobileMe, através do Ovi Files tenho acesso a esses mesmos arquivos a partir de meus smartphones de um modo ainda mais eficiente do que atualmente é possível com o próprio iPhone. A Apple prometeu um aplicativo para acesso direto ao conteúdo do iDisk, mas até o momento ainda não está disponível.</p>
<div id="attachment_415" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><img class="size-medium wp-image-415" title="ovi-files-mobile" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/07/ovi-files-mobile.png?w=168&#038;h=300" alt="Ovi Files em um Nokia 5800" width="168" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ovi Files em um Nokia 5800</p></div>
<p>Para usar o Ovi Files, é preciso instalar um aplicativo específico no computador, o Ovi Files Connector, disponível para Mac e Windows. Ele fará a ponte entre a web e os arquivos armazenados em seu computador e também permite o acesso ao disco virtual oferecido pela Nokia (<em>Files Anywhere</em>).</p>
<p>No smartphone, o acesso é feito via browser, ou através de um widget especial que pode ser baixado diretamente do site do serviço. Para visualizar os arquivos é preciso ter no smartphone programas capazes de abrí-los, como pacotes Office, visualizadores de PDFs, etc. Existem vários disponíveis para a plataforma, o que torna o serviço algo bastante versátil.</p>
<p>Independente da plataforma ou serviço utilizado, a computação em nuvem é uma opção muito interessante para realizar o backup dos dados de um <em>smartphone</em>. As vantagens sobre as soluções convencionais são inúmeras, incluindo a sincronização em tempo real e a possibilidade de migração dos dados para outros aparelhos, algo muito útil quando um usuário troca de celular.</p>
<p>Neste artigo, destaquei as soluções que uso em meu dia-a-dia como exemplo. Fica aqui a dica para que explorem o conceito, testem estes e outros serviços. E não deixem de trazer seus comentários, gostaria muito de saber como vocês lidam com as informações disponíveis em seus dispositivos móveis!</p>
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		<title>Symbian: líder absoluto (Parte 2/3)</title>
		<link>http://indist.com/2009/05/07/symbian-lider-absoluto-parte-23/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 17:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No artigo anterior sobre o Symbian, vimos seu surgimento como sistema operacional usado em PDAs e sua evolução até se tornar o sistema mais usado em smartphones. Este segundo artigo (de uma série de três), está focado no desenvolvimento da interface UIQ, uma das mais apreciadas pelos usuários do sistema. Ao contrário do que normalmente <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=276&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Symbian: líder absoluto (Parte 1/3)" href="http://indistinguivel.wordpress.com/2009/03/13/symbian-lider-absoluto-parte-13/" target="_self">No artigo anterior sobre o Symbian</a>, vimos seu surgimento como sistema operacional usado em PDAs e sua evolução até se tornar o sistema mais usado em <em>smartphones</em>. Este segundo artigo (de uma série de três), está focado no desenvolvimento da interface UIQ, uma das mais apreciadas pelos usuários do sistema.</p>
<p>Ao contrário do que normalmente ocorre com os outros sistemas usados em <em>smartphones</em>, o <a title="Symbian Foundation - site oficial" href="http://www.symbian.org/index.php" target="_blank">Symbian</a> não possui uma interface gráfica padrão. A unidade, mantida durante a fase &#8220;EPOC&#8221; (<a title="Symbian: líder absoluto (Parte 1/3)" href="http://indistinguivel.wordpress.com/2009/03/13/symbian-lider-absoluto-parte-13/" target="_self">ver a primeira parte desta série</a>) logo foi quebrada quando o sistema passou a ser usado em equipamentos com formatos variados. Em um primeiro momento, ele ganhou três referências para o desenho de interfaces, uma voltada para <em>smartphones</em> com formato similar a celulares convencionais (<em>Pearl</em>), outra para PDAs e <em>smartphones</em> em forma de <em>tablet</em> (<em>Quartz</em>) e uma terceira para equipamentos com teclado QWERTY (<em>Crystal</em>).</p>
<p><span id="more-276"></span>Cada uma dessas referências deu origem a uma plataforma diferente. No final da década de 1990, a Ericsson estava trabalhando em seu primeiro celular baseado em Symbian, o R380 (apresentado em 2000). Desenvolvido no Mobile Application Lab (subsidiária da Ericsson Mobile Communications), foi o primeiro aparelho baseado na referência Quartz.</p>
<p>Nesta época, a Symbian começava a perceber que o desenvolvimento das três interfaces seria mais caro e trabalhoso do que originalmente esperado. Assim, ela assume uma nova postura, tornando-se responsável pelo desenvolvimento do núcleo do sistema, enquanto as empresas licenciadas assumiriam os projetos de interface.</p>
<p>No dia 1º de abril de 1999, o Mobile Applications Lab da Ericsson torna-se parte da Symbian Ltd., originando uma nova empresa chamada Symbian AB. Seu foco estava na plataforma Quartz, então na versão 6.0, que em pouco tempo passaria a ser conhecida como UIQ (<em>User Interface Quartz</em>). No início do ano 2000, o Quartz foi anunciado oficialmente e, em setembro, a versão 6.0 foi liberada ao público.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-282" title="uiqlogo" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/05/uiqlogo.gif?w=150&#038;h=120" alt="uiqlogo" width="150" height="120" />O nome Quartz foi usado até 2002, quando a Symbian AB mudou seu nome para <a title="UIQ Technology - site oficial" href="http://www.uiq.com/" target="_blank">UIQ Technology AB</a>. Como consequência, o Quartz também foi renomeado para UIQ e, assim, o Quartz 6.0 e 6.1 ficaram conhecidos como UIQ 1.0 e 1.1, respectivamente. Baseado no Symbian 6.0, a UIQ 1.0 era uma nova interface para os <em>smartphones</em>, trazendo um grande integração entre os aplicativos e as funções de telefonia. Com a versão 1.1 (baseado no Symbian 6.1), a UIQ tornou-se compatível com novo hardware, trazendo suporte a tecnologias como GPRS e Bluetooth.</p>
<div id="attachment_286" class="wp-caption alignright" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-286" title="odin" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/05/psion_odin.jpg?w=160&#038;h=330" alt="odin" width="160" height="330" /><p class="wp-caption-text">Psion Odin</p></div>
<p>Apesar de todo o avanço na plataforma desde o R380, durante um bom tempo nenhum outro celular baseado em Quartz foi lançado. Alguns protótipos foram apresentados (incluindo um modelo da Psion, o Odin), mas nunca chegaram ao mercado. Esse cenário começa a mudar em março de 2000, quando uma fábrica de chips da Philips no Novo México, única fornecedora da Ericsson, <a title="The Fire That Changed An Industry - Financial Times" href="http://www.ftpress.com/articles/article.aspx?p=1244469" target="_blank">incendiou-se</a>. Sem capacidade para enfrentar a falta de chips para seus produtos, a Ericsson, então a terceira maior fabricante de celulares do mundo, começou a perder mercado rapidamente. No início de 2001, para reverter essa situação, a empresa entrou em negociações com a Sony e, alguns meses mais tarde, nascia a <a title="Sony Ericsson - site oficial" href="http://www.sonyericsson.com/" target="_blank">Sony Ericsson</a>.</p>
<p>Quando o R380 foi lançado, a marca UIQ ainda não existia. Assim, apesar de ter sido o primeiro celular rodando Quartz, ele não é considerado o primeiro com UIQ. O título pertence ao P800, o primeiro <em>smartphone</em> lançado pela Sony Ericsson em 2002.</p>
<div id="attachment_291" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-291" title="p800" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/05/p800.jpg?w=150&#038;h=175" alt="Sony Ericsson P800" width="150" height="175" /><p class="wp-caption-text">Sony Ericsson P800</p></div>
<p>O P800 era um aparelho muito poderoso para sua época. Baseado na versão 7 do Symbian e com interface <a title="UIQ 2 - UIQ Technology" href="http://www.uiq.com/product/releases/uiq-2/" target="_blank">UIQ 2.0</a>, ele possuia uma tela sensível ao toque de 208 por 320 pixels com suporte a 4096 cores, câmera fotográfica VGA, entrada para cartões Memory Stick e um processador de 32 bits rodando a 156 MHz.</p>
<p>Em 2003, a UIQ 2.1 é lançada, junto com aparelhos como o Sony Ericsson P900, o Sony Ericsson P910, o Motorola A1000 e o Motorola M1000.</p>
<div id="attachment_296" class="wp-caption alignright" style="width: 150px"><img class="size-full wp-image-296" title="p1" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/05/p1.jpg?w=140&#038;h=240" alt="Sony Ericsson P1 (UIQ 3.0)" width="140" height="240" /><p class="wp-caption-text">Sony Ericsson P1 (UIQ 3.0)</p></div>
<p>A versão <a title="UIQ 3 - UIQ Technology" href="http://www.uiq.com/product/releases/uiq-3/" target="_blank">3.0</a> foi apresentada em 2005 e trouxe diversas inovações. Baseada no Symbian 9.1, ela suportava resoluções de tela mais altas, além de possibilitar o desenvolvimento de aplicações mais flexíveis com foco na experiência do usuário, em multiídia e acesso à web. Em 2007, a versão 3.1 (baseada no Symbian 9.2) trouxe a compatibilidade com o formato SVG e um novo gerenciador de tarefas. Finalmente, em 2008, a versão 3.2 foi apresentada com suporte a <em>push email</em>.</p>
<p>As versões 3.1 e 3.2, ao contrário das anteriores, foram desenvolvidas também para <em>smartphones</em> sem telas sensíveis ao toque, quebrando com a filosofia do Quartz original. Apenas dois aparelhos foram lançados com essas interfaces, o Motorola Z8 (UIQ 3.1) e o <a title="Motorola Z10 - site oficial" href="http://direct.motorola.com/hellomoto/motoz10/" target="_blank">Motorola Z10</a> (UIQ 3.2), os únicos <em>smartphones</em> UIQ operados exclusivamente por teclado.</p>
<div id="attachment_309" class="wp-caption alignleft" style="width: 154px"><img class="size-full wp-image-309 " title="uiq3-screenshot" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/05/uiq3-screenshot.jpg?w=144&#038;h=192" alt="UIQ 3.0 em um P900" width="144" height="192" /><p class="wp-caption-text">UIQ 3.0 em um P900</p></div>
<p>O número de aparelhos com UIQ nunca foi muito grande, mas em 2005 a interface era considerada madura e eficiente. Surge, então, o Programa de Desenvolvimento UIQ (<a title="Nota de imprensa do lançamento do UIQ Developer Program - Sony Ericsson" href="http://developer.sonyericsson.com/site/global/newsandevents/latestnews/newsoct05/p_uiq3_uiq_developer_program.jsp" target="_blank">UIQ Developer Program</a>) comemorando o lançamento do Sony Ericsson P990, o primeiro smartphone a usar a versão 3.0 da interface.</p>
<p>Em pouco tempo, a Sony Ericsson assumiu o posto de maior fabricante de celulares UIQ e, em 2006, ela anuncia a intenção de adquirir a UIQ Technology. O processo de aquisição foi concluído no ano seguinte, quando a Motorola decidiu se juntar à Sony Ericsson, ficando com 50% da propriedade da UIQ Technology. Juntas, as duas empresas visavam levar o desenvolvimento da interface a novos patamares.</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-311" title="uiq-family" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/05/uiq-family.jpg?w=450&#038;h=750" alt="Família UIQ: ao todo, 19 aparelhos foram lançados" width="450" height="750" /><p class="wp-caption-text">Família UIQ: ao todo, 19 aparelhos foram lançados</p></div>
<p>A parceria da Sony Ericsson com a Motorola durou pouco. No final de 2007 o mercado estava inundado de <em>smartphones</em> de diferentes plataformas concorrendo diretamente com os aparelhos UIQ que nunca chegaram a obter o sucesso esperado. Os usuários preferiam adquirir aparelhos rodando a interface S60 (que será analisada no próximo artigo) e Windows Mobile. O iPhone acabara de ser lançado, conquistando rapidamente uma grande fatia do mercado norte-americano e a Google, junto com outras empresas, anunciou o lançamento da <a title="Open Handset Alliance - site oficial" href="http://www.openhandsetalliance.com/" target="_blank"><em>Open Handset Alliance</em></a>, junto com seu novo sistema operacional para <em>smartphones</em>, o <a title="Projeto Android Open Source - site oficial" href="http://source.android.com/" target="_blank">Android</a>.</p>
<p>Com a crise financeira de 2008, a Motorola decidiu que não era um bom momento para continuar investindo no desenvolvimento de aparelhos UIQ, optando por trabalhar apenas com o Windows Mobile em seus <em>smartphones</em> enquanto preparava o caminho para lançar aparelhos com o Android. O impacto na UIQ Technology foi grande e, após a apresentação da UIQ 3.3 e do lançamento dos modelos G700 e <a title="Sony Ericsson G900 - site oficial" href="http://www.sonyericsson.com/cws/corporate/products/phoneportfolio/specification/g900" target="_blank">G900</a>, a Sony Ericsson cancela todo o desenvolvimento para a plataforma e a UIQ Technology pede falência.</p>
<p>A UIQ foi vítima da crise e da concorrência, mas era uma ótima interface que contribuiu bastante para popularizar os smartphones. O fim da plataforma foi uma pena, seria muito interessante ver como ela evoluiria para concorrer com o iPhone, Android e com o S60 5ª Edição. Ainda hoje encontramos no mercado os últimos aparelhos UIQ lançados pela Sony Ericsson e Motorola e seus usuários devem se manter fiéis por mais algum tempo. Entretanto, fica no ar a questão: para onde esses órfãos vão correr na hora de trocar seus aparelhos?</p>
<p>No próximo artigo veremos a evolução da plataforma S60, a interface mais usada no universo dos <em>smartphones</em>.</p>
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		<title>iPhone OS 3.0: O que vem por aí?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 21:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 17 de março a Apple apresentou ao mundo um preview do que será a nova versão do sistema operacional do iPhone, o iPhone OS 3.0. Cada nova versão do sistema é esperada com fervor por usuários e analistas, e não foi diferente desta vez. Muitos apostavam que recursos como &#8220;copiar e colar&#8221; e <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=251&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-252" title="iphone30" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/iphone30.png?w=140&#038;h=90" alt="iphone30" width="140" height="90" />No dia 17 de março a Apple apresentou ao mundo um preview do que será a nova versão do sistema operacional do iPhone, o iPhone OS 3.0.</p>
<p>Cada nova versão do sistema é esperada com fervor por usuários e analistas, e não foi diferente desta vez. Muitos apostavam que recursos como &#8220;copiar e colar&#8221; e suporte a MMS finalmente chegariam à plataforma, enquanto outros iam além, afirmando que o iPhone OS 3.0 traria mudanças profundas no modo como o próprio hardware é gerenciado. Mas rumores não passam de rumores e só mesmo uma <a title="Apresentação oficial do iPhone OS 3.0 (17 de março)" href="http://www.apple.com/quicktime/qtv/preview-iphone-os/?cid=CDM-NAUS-SHAREIPHONESW3PREVIEW090317" target="_blank">apresentação oficial</a> para sanar nossas dúvidas. Mas, afinal, o que sabemos agora sobre o iPhone OS 3.0?</p>
<p><span id="more-251"></span></p>
<p>Vou tentar resumir o que foi apresentado, sem me aprofundar muito. Quando finalmente puder rodar o sistema em meus aparelhos, farei uma análise pessoal mais detalhada. Por enquanto só podemos afirmar que alguns dos maiores desejos dos usuários do iPhone finalmente serão atendidos em junho, quando o update for liberado oficialmente.</p>
<h3>Novidades para os desenvolvedores</h3>
<p>Primeiro, a Apple apresentou as novidades para os desenvolvedores. Para eles, o OS 3.0 é um prato cheio.</p>
<p><strong>1. API do Google Maps</strong></p>
<p>Como uma API, o Google Maps agora pode ser inserido em qualquer aplicativo. Teremos uma enxurrada de aplicativos com suporte a GPS e, mais importante, com suporte a localização ponto-a-ponto. Mas a Apple avisa: para aplicativos ponto-a-ponto, não será possível usar os mapas do Google por questões legais. Os desenvolvedores deverão usar seus próprios mapas ou adquirir o direito de uso de mapas de terceiros. Resumindo: <em>Bring Your Own Maps</em> (BYOM).</p>
<p><strong>2. </strong><em><strong>Push notifications</strong></em></p>
<p>Recurso prometido há meses, mas só agora implementado por questões de segurança. Com suporte a notificações via <em>push</em>, um aplicativo pode ser encerrado e continuar recebendo dados da rede. Em um exemplo prático, um programa de mensagens instantâneas pode ser notificado da existência de novas mensagens mesmo depois de fechado.</p>
<p><strong>3. Conexão </strong><em><strong>peer-to-peer</strong></em><strong> por Bluetooth</strong></p>
<p>iPhones poderão trocar dados por Bluetooth, permitindo uma nova geração de aplicativos, como jogos em rede, por exemplo. A conexão será transparente e automática, ou seja, é a tecnologia <a title="Bonjour - página oficial" href="http://www.apple.com/macosx/technology/bonjour.html" target="_blank">Bonjour</a> dos Macs funcionando nos iPhones.</p>
<p><strong>4. Comunicação por voz</strong></p>
<p>Com a nova versão, os desenvolvedores poderão proporcionar recursos de comunicação por voz em seus aplicativos. Os jogos serão os beneficiados mais evidentes pois os jogadores poderão participar de chats via voz durante as partidas.</p>
<p><strong>5. Acesso à biblioteca musical</strong></p>
<p>Qualquer aplicativo poderá acessar e reproduzir as músicas armazenadas no iPhone. Em um exemplo prático, a Eletronic Arts demonstrou o beta da versão de The Sims para o iPhone, onde um personagem podia tocar as músicas do usuário no aparelho de som de sua sala virtual.</p>
<p><strong>6. App Store</strong></p>
<p>A loja de aplicativos da Apple também será atualizada para dar suporte a assinaturas. Um usuário poderá, por exemplo, comprar um aplicativo de uma revista e assinar os fascículos periódicos, da mesma forma que poderá comprar um jogo com um número restrito de fases e posteriormente ampliá-lo comprando fases adicionais.</p>
<p><strong>7. Controle de hardware</strong></p>
<p>Com o novo OS será possível controlar diretamente o hardware ligado ao conector do iPhone. Ele poderá, assim, servir de interface de controle para uma série de novos equipamentos que provavelmente chegarão ao mercado.</p>
<p>É possível afirmar que esses novos recursos despertarão a criatividade dos desenvolvedores que nos apresentarão toda uma nova geração de aplicativos.</p>
<h3>Novidades para os usuários</h3>
<p>Mas e para nós, usuários? É aí que o iPhone OS 3.0 esbanja recursos&#8230;</p>
<p><strong>1. Copiar e colar</strong></p>
<p>Sim, é verdade: com o OS 3.0, os usuários finalmente poderão fazer o que todos faziam com os <em>smartphones</em> da concorrência: selecionar trechos de textos e copiá-los em mensagens e anotações. O método demonstrado pela Apple parece ser interessante e até mais simples do que os métodos aplicados pelos dois aplicativos disponíveis para os iPhones <em>jailbroken</em> (via Cydia). Ao dar um duplo clique sobre um texto, o trecho é selecionado automaticamente e um balão exibe as opções <em>cut</em>, <em>copy</em> e <em>paste</em>. A seleção também pode ser redimensionada facilmente através de âncoras de controle.</p>
<p>Entretanto, ao contrário do que ocorre com o <em>h</em>Clipboard e o Clippy, o método oficial aparentemente não suportará um <em>clipboard</em> com múltiplos itens, ou seja, ganha em usabilidade mas perde em funcionalidade. Mas para quem nunca usou os aplicativos de cópia de texto do Cydia, esse recurso não fará falta.</p>
<p>Vale ressaltar que o sistema de cópia não está limitado a textos, também funcionará com imagens, acabando com a limitação de envio de uma foto por vez via email. E falando em envio de fotos, a próxima novidade não podia deixar de ser&#8230;</p>
<p><strong>2. MMS</strong></p>
<p>Não há muito o que descrever. O novo sistema permite enviar mensagens com fotos, além de dados de contatos em formato vCard.</p>
<p><strong>3. Teclado horizontal</strong></p>
<p>E, falando em mensagens, uma das críticas mais comuns ao iPhone era a falta de um teclado virtual horizontal fora do Safari. Agora o teclado virtual é onipresente, ou seja, está disponível em todo canto, do Mail ao Notes.</p>
<p><strong>4. Busca avançada</strong></p>
<p>O iPhone OS 2.0 nos trouxe um campo de busca no aplicativo de contatos. A versão 3.0 expande a busca de forma global através da versão móvel do Spotlight. Durante a apresentação, a nova busca se mostrou muito interessante e eficiente. Os aplicativos de terceiros terão que ser reescritos para suportar o Spotlight, mas acredito que a maior parte dos desenvolvedores atualizarão seus aplicativos sem maiores dificuldades.</p>
<p>Além do Spotlight, os aplicativos de email, calendário e iPod passarão a contar com um campo de busca próprio, facilitando a pesquisa ao tornar desnecessário voltar à tela inicial do iPhone para realizar uma busca. Apesar da busca no Mail não pesquisar o conteúdo das mensagens, ela pesquisa as pastas em servidores IMAP, algo interessantíssimo para quem tem uma conta de email compatível (como usuários do GMail e MobileMe).</p>
<p><strong>5. Sincronização de calendários e anotações</strong></p>
<p>Fazendo a ponte para o aplicativo de calendário, a versão 3.0 o tornará compatível com mais dois protocolos: o CalDav, usado pelo Google e pelo Yahoo, por exemplo, e assinatura de calendários ICS, usados pelo iCal.</p>
<p>O aplicativo Notes também passará a sincronizar seus dados com o iTunes, outro recurso muito solicitado pelos usuários.</p>
<p><strong>6. Novidades do Safari</strong></p>
<p>No novo OS, o Safari dará suporte a login automático, evitando a necessidade de preencher os campos de login nos sites mais acessados pelos usuários. Ele também terá recursos de <em>anti-phishing</em> similares aos da versão desktop.</p>
<p><strong>7. Bluetooth A2DP estéreo</strong></p>
<p>Finalmente o iPhone 3G poderá ser usado com fones de ouvido e caixas de som Bluetooth estéreo.</p>
<p><strong>8. Outras novidades</strong></p>
<p>Também foram citados alguns outros recursos interessantes como login automático em redes Wi-Fi protegidas, controle de acesso avançado para evitar que crianças naveguem por sites inadequados, a possibilidade de agitar o iPhone para trocar a música que está sendo reproduzida e, para ninguém dizer que deixei algo de fora, há alguns novos aplicativos: uma nova versão do programa de acompanhamento de ações em bolsas de valores (um aplicativo imprescindível nesses dias de crise mundial), um novo aplicativo de gravação de notas vocais e um novo aplicativo para troca de arquivos entre iPhones.</p>
<p>Ao final da apresentação o público teve a oportunidade de fazer perguntas e uma questão foi levantada sobre a liberação do uso do iPhone como modem para acesso a redes de dados 3G (<em>3G tethering</em>). A resposta oficial foi que isso depende dos dois lados: do hardware e da operadora de telefonia. Do lado do hardware, a Apple garante que o uso como modem será possível, isso só dependerá de permissão da operadora. Resumindo, possivelmente teremos o tão desejado <em>3G tethering</em> finalmente disponível.</p>
<p>Boa parte das novidades já era esperada e muito já podia ser feito com os aplicativos adicionais disponíveis para os iPhones <em>jailbroken </em>(leia mais em meu <a title="2 anos depois, conseguimos definir o que é o iPhone?" href="http://indistinguivel.wordpress.com/2009/02/19/2-anos-depois-conseguimos-definir-o-que-e-o-iphone/" target="_self">artigo anterior sobre o iPhone</a>) mas mesmo assim, é bom ver a Apple melhorando cada vez mais o que já era uma excelente plataforma.</p>
<p>Segundo a empresa, o novo OS será gratuito para os donos de todos os modelos de iPhone e custará cerca de 10 dólares para os donos de iPod Touch. Vale ressaltar que, por questões de hardware, nem todos os novos recursos estarão disponíveis no iPhone original (como suport a MMS e Bluetooth A2DP).</p>
<p>Agora só nos resta aguardar pelo lançamento oficial e verificar o que mais descobriremos, afinal, segundo a Apple o iPhone OS 3.0 trará mais de 100 novidades&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/indistinguivel.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/indistinguivel.wordpress.com/251/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=251&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">iphone30</media:title>
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		<title>Symbian: líder absoluto (Parte 1/3)</title>
		<link>http://indist.com/2009/03/13/symbian-lider-absoluto-parte-13/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 00:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
		<category><![CDATA[psion]]></category>
		<category><![CDATA[S60]]></category>
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		<category><![CDATA[Symbian]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo (o primeiro de três), vou fugir um pouco do universo do iPhone para escrever sobre a história do mais popular sistema operacional para smartphones, o Symbian. Nos artigos seguintes, tratarei das diferentes interfaces com o usuário e, finalmente de suas principais aplicações. Não temos como ignorar a importância desta plataforma, responsável, em 2008, <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=169&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo (o primeiro de três), vou fugir um pouco do universo do iPhone para escrever sobre a história do mais popular sistema operacional para <em>smartphones</em>, o <a title="Symbian - website oficial" href="http://www.symbian.com/index.asp" target="_blank">Symbian</a>. Nos artigos seguintes, tratarei das diferentes interfaces com o usuário e, finalmente de suas principais aplicações.</p>
<p>Não temos como ignorar a importância desta plataforma, responsável, em 2008, por cerca de <a title="Smartphone Market Share 2008 - Canalys" href="http://www.canalys.com/pr/2008/r2008112.htm" target="_blank">46% do mercado mundial</a> de <em>smartphones</em>. E para entender como ela chegou a essa posição, tentarei resumir um pouco de sua história.</p>
<p>Oficialmente, o nome Symbian surgiu em 1998, como uma empresa pertencente à Nokia, Ericsson, Motorola e Psion. Nokia e Motorola até hoje são grandes marcas no universo dos celulares, assim como a Ericsson, hoje em parceria com a Sony na empresa que todos conhecemos como Sony Ericsson (uma <em>joint venture</em> formada em 2001 para a produção de celulares e <em>smartphones</em>). Mas quem é essa tal de Psion?</p>
<p><span id="more-169"></span></p>
<h3>Origens: A Psion</h3>
<p><img class="alignright size-full wp-image-193" title="psionlogo1" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/psionlogo1.png?w=163&#038;h=74" alt="psionlogo1" width="163" height="74" />Sei que muitos de vocês ainda se recordam da <a title="Psion - Wikipedia" href="http://www.psionteklogix.com/" target="_blank">Psion</a> e de seus interessantes PDAs. Fundada em 1980, ela era uma empresa de software especializada em desenvolvimento para as plataformas ZX81 e ZX Spectrum da Sinclair Research, que aqui no Brasil ficaram conhecidas graças a micros como o TK85 e o TK90x fabricados pela Microdigital. Em 1983, o presidente da Sinclair, Sir Clive Sinclair, encomendou o desenvolvimento de uma série de aplicativos para escritório para seu próximo lançamento, o Sinclair QL, que chegaria ao mercado no ano seguinte.</p>
<div id="attachment_186" class="wp-caption alignleft" style="width: 174px"><img class="size-medium wp-image-186" title="organiser" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/organiser.jpg?w=164&#038;h=300" alt="Psion Organiser - 1984" width="164" height="300" /><p class="wp-caption-text">Psion Organiser - 1984</p></div>
<p>Com uma boa experiência no ramo de software, a Psion sentia-se segura para <a title="Psion - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Psion" target="_blank">lançar sua própria linha de hardware</a>. Assim, ainda em 1984, ela apresenta o Psion Organiser, um dos primeiros computadores <em>handheld</em> do mundo. Baseado em um processador Hitachi 6301 de 8 bits e com míseros 2KB de memória RAM, o Organiser oferecia poucos aplicativos: banco de dados, calculadora e alarme. Não havia um sistema operacional e sua tela LCD monocromática só podia exibir uma linha de texto por vez. Entretanto, seus usuários podiam expandir a memória de seus equipamentos através do uso de DATAPAKs, cartuchos EPROM que só podiam ser apagados através da exposição a raios ultravioleta, o que os tornava pouco práticos.</p>
<p>Em 1986 o Psion Organiser sofreu uma importante atualização com o lançamento do <a title="Psion Organiser II" href="http://archive.psion2.org/org2/org2.htm" target="_blank">Psion Organiser II</a>. Além de melhorias no hardware, como uma nova tela LCD com suporte a duas linhas de texto, 8K ou 16K de memória RAM e um teclado mais eficiente, o Organiser II trazia também um sistema operacional básico, mas funcional. Com os novos recursos, o novo modelo podia executar um número consideravelmente maior de aplicativos e também permitia a programação em OPL (<em>Organiser Programming Language</em>), uma linguagem similar ao BASIC que deu origem a um grande mercado de desenvolvimento de software para a plataforma. O sucesso foi imediato. Com seu tamanho reduzido e relativa flexibilidade, o Psion Organiser II tornou-se um ótimo equipamento para coleta de informações em campo, sendo usado tanto por funcionários de lojas de departamento quanto por funcionários do governo britânico.</p>
<div id="attachment_197" class="wp-caption alignleft" style="width: 175px"><img class="size-medium wp-image-197 " title="psion_op_manual" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/psion_op_manual.gif?w=165&#038;h=210" alt="Psion MC400 - 1989" width="165" height="210" /><p class="wp-caption-text">Psion MC400 - 1989</p></div>
<p>Entretanto, a linha Organiser ainda não rodava nada similar ao Symbian. Mas com a experiência adquirida com a produção destes equipamentos, a Psion estava pronta para lançar sua primeira família de <em>handhelds</em> de 16 bits, a família SIBO (Sixteen Bit Organisers), originalmente representados pelos modelos <a title="Família Psion MC - OldComputers.net" href="http://www.old-computers.com/museum/computer.asp?c=737&amp;st=1" target="_blank">MC200, MC400 e MC600</a>. No coração desses equipamentos havia um microprocessador 80C86 (compatível com o Intel 8086), o que permitia ao modelo MC600 ser vendido com o MS-DOS 3.2 pré-instalado. Mas eram nos modelos MC200 e MC400 que estava o embrião do Symbian: a primeira versão de um sistema operacional de 16 bits chamado EPOC.</p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-203" title="epoclogo" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/epoclogo.png?w=96&#038;h=96" alt="epoclogo" width="96" height="96" />Apesar do fracasso da linha MC (os modelos não eram muito portáteis, tinham um tamanho similar aos netbooks de hoje), o EPOC foi o sistema usado na família sucessora, a Series 3, lançada em 1991 e que permaneceu no mercado até 1998, com a introdução do modelo Series 3mx (nesta época, o sistema era conhecido como EPOC16). Com tamanho reduzido e graças à simplicidade de sua <a title="Interface gráfica do Psion Series 3 - GUIdebook" href="http://www.guidebookgallery.org/screenshots/sibo3a" target="_blank">interface gráfica</a>, os PDAs Series 3 fizeram grande sucesso, sobretudo no mercado britânico.</p>
<div id="attachment_199" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-199" title="sibo3a-1-2" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/sibo3a-1-2.png?w=450&#038;h=150" alt="EPOC no Psion Series 3" width="450" height="150" /><p class="wp-caption-text">EPOC no Psion Series 3</p></div>
<p>Em 1997, um ano antes do fim da Series 3, a Psion introduziu a Series 5. Sua maior diferença estava em seu hardware de 32 bits (beseado em um processador <a title="Arquitetura ARM - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/ARM_architecture" target="_blank">ARM710T</a>, para o qual um novo sistema operacional foi desenvolvido. O mundo conhecia o EPOC32. Apesar da semelhança nos nomes, o EPOC16 e o EPOC32 eram sistemas totalmente diferentes. Suas interfaces eram similares, mas o EPOC32 foi totalmente desenvolvido em C++, o que lhe conferia um desempenho muito superior.</p>
<div id="attachment_213" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-medium wp-image-213 " title="psion-series5mx" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/psion-series5mx.jpg?w=180&#038;h=131" alt="Psion Series 5mx" width="180" height="131" /><p class="wp-caption-text">Psion Series 5mx</p></div>
<p>Apesar de sua excelente qualidade, os modelos da Series 5 enfrentariam um grande desafio: produtos mais baratos da concorrência. No final dos anos 90, os primeiros modelos da <a title="Palm - website oficial" href="http://www.palm.com/us/" target="_blank">Palm</a> (PalmPilot 1000 e 5000) começavam a conquistar espaço e a Microsoft apresentava a versão móvel de seu sistema operacional, o Windows CE (que mais tarde evoluiria para o <a title="Windows Mobile - website oficial" href="http://www.microsoft.com/windowsmobile/en-us/default.mspx" target="_blank">Windows Mobile</a>). Para enfrentar esse novo mercado, a Psion considerou licenciar o EPOC para outros fabricantes através de uma nova divisão da empresa, a Psion Software.</p>
<h3>Nascimento do Symbian</h3>
<p>Em 1998, mudanças mais radicais começaram a ocorrer. Em junho daquele ano, a Psion Software juntou-se com a Ericsson, Motorola e Nokia em uma <em>joint venture</em> batizada de <a title="Symbian - website oficial" href="http://www.symbian.com/" target="_blank">Symbian</a>, que se tornaria a responsável pelo desenvolvimento do EPOC dali em diante. Em 1999 a nova empresa lançou seu primeiro produto, o EPOC Release 5 (apelidado extra oficialmente de Symbian OS 5.0), utilizado em equipamentos como o Psion Series 5mx (último produto da Series 5), Psion Series 7 e Psion Revo.</p>
<div id="attachment_210" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-210" title="epocr5png" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/epocr5png.png?w=450&#038;h=150" alt="EPOC Release 5 rodando em um Psion Revo" width="450" height="150" /><p class="wp-caption-text">EPOC Release 5 rodando em um Psion Revo</p></div>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-222" title="symbianv6logo" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/symbianv6logo.png?w=96&#038;h=96" alt="symbianv6logo" width="96" height="96" />Em junho de 2000, uma nova versão do EPOC é lançada, a Release 6, oficialmente rebatizada de Symbian OS 6.0. O caminho estava aberto para que as empresas licenciadas lançassem seus produtos baseados na nova plataforma, colocando um ponto final na era de exclusividade da Psion. Assim, também em 2000, a Ericsson apresentou o primeiro celular rodando Symbian, o modelo <a title="Ericsson R380 - GSM Arena" href="http://www.gsmarena.com/ericsson_r380-195.php" target="_blank">R380</a>, precursor dos <em>smartphones</em> que seriam lançados pela Sony Ericsson no futuro.</p>
<div id="attachment_220" class="wp-caption alignleft" style="width: 128px"><img class="size-medium wp-image-220 " title="ericsson_r380" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/ericsson_r380.jpg?w=118&#038;h=210" alt="Ericsson R380" width="118" height="210" /><p class="wp-caption-text">Ericsson R380</p></div>
<p>O Ericsson R380 era um celular poderoso, dotado de uma tela monocromática sensível ao toque (manipulada por uma <em>stylus</em> que acompanhava o produto) coberta por um <em>flip</em> e com uma interface gráfica sofisticada. Entretanto, ele apresentava uma grande limitação: não permitia a instalação de software adicional, algo imprescindível nos <em>smartphones</em> de hoje.</p>
<p>O primeiro <em>smartphone</em> Symbian aberto para a instalação de aplicativos só chegaria ao mercado no ano seguinte. Em maio de 2001, a <a title="Nokia - website oficial" href="http://www.nokia.com/" target="_blank">Nokia</a> apresentou o modelo <a title="Nokia 9210 - GSM Arena" href="http://www.gsmarena.com/nokia_9210_communicator-210.php" target="_blank">9210</a>, que representou um salto qualitativo imenso em seu portfolio de equipamentos. O Nokia 9210 possuia uma ampla tela colorida, teclado qwerty, aplicativos de escritório (editor de texto, planilha eletrônica, visualizador de apresentações, gerenciador de arquivos, agenda e calendário) e navegador WAP/HTML. Foi um dos poucos smartphones da Nokia a rodar a interface S80 (mais sobre isso no próximo artigo) e tornou-se um grande sucesso no mercado empresarial.</p>
<div id="attachment_233" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-233" title="nokia_9210" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/nokia_9210.jpg?w=450&#038;h=274" alt="Nokia 9210" width="450" height="274" /><p class="wp-caption-text">Nokia 9210</p></div>
<div id="attachment_235" class="wp-caption alignleft" style="width: 150px"><img class="size-full wp-image-235 " title="nokia-7650" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/03/nokia-7650.jpg?w=140&#038;h=228" alt="Nokia 7650" width="140" height="228" /><p class="wp-caption-text">Nokia 7650</p></div>
<p>Gradativamente, o Symbian OS tornava-se mais robusto, poderoso e compatível com um número crescente de equipamentos. Em junho de 2001, a Nokia deu um importante passo na evolução da plataforma com o lançamento do modelo <a title="Nokia 7650 - GSM Arena" href="http://www.gsmarena.com/nokia_7650-288.php" target="_blank">7650</a>, um <em>smartphone</em> no formato <em>slider</em> extremamente poderoso. Ele trazia a versão 6.1 do sistema, câmera fotográfica integrada (VGA), processador ARM9 de 32 bits (104 MHz), 4 MB de memória e, o mais imortante, a primeira versão da interface S60, desenvolvida especificamente para <em>smartphones</em> de tamanho reduzido e que hoje é a mais usada no universo Symbian. O Nokia 7650 foi muito bem recebido tanto pelo mercado quanto pela imprensa, tornando-se o modelo que serviria de base para a maior parte dos futuros <em>smartphones</em> da empresa, incluindo a mundialmente reconhecida <a title="Nokia NSeries - website oficial" href="http://www.nseries.com/index.html" target="_blank">NSeries</a>.</p>
<p>No próximo artigo, vamos conversar sobre a evolução do Symbian a partir da versão 7.0, com foco em uma de suas principais interfaces, a UIQ. Até lá!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/indistinguivel.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/indistinguivel.wordpress.com/169/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=169&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>2 anos depois, conseguimos definir o que é o iPhone?</title>
		<link>http://indist.com/2009/02/19/2-anos-depois-conseguimos-definir-o-que-e-o-iphone/</link>
		<comments>http://indist.com/2009/02/19/2-anos-depois-conseguimos-definir-o-que-e-o-iphone/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 16:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://indistinguivel.wordpress.com/?p=110</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo foi inspirado por uma breve &#8220;discussão&#8221; amigável no Twitter, apesar de admitir que é realmente estranho eu nunca ter relatado minhas opiniões sobre o iPhone anteriormente (principalmente considerando o fato de que sou um Apple Fanboy assumido). Depois de 2 anos após o anúncio da primeira versão do iPhone pela Apple na MacWorld <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=110&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_153" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-153" title="iphone" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2009/02/iphone.jpg?w=150&#038;h=310" alt="iPhone 3G" width="150" height="310" /><p class="wp-caption-text">iPhone 3G</p></div>
<p>Este artigo foi inspirado por uma breve &#8220;discussão&#8221; amigável no Twitter, apesar de admitir que é realmente estranho eu nunca ter relatado minhas opiniões sobre o iPhone anteriormente (principalmente considerando o fato de que sou um Apple Fanboy assumido).</p>
<p>Depois de 2 anos após o <a title="Steve Jobs apresenta o iPhone - Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=PZoPdBh8KUs" target="_blank">anúncio da primeira versão do iPhone</a> pela Apple na MacWorld 2007, não há como negar que o aparelho tornou-se importante influência no universo da telefonia móvel mesmo não apresentando nada tecnicamente inovador, excetuando-se talvez a tela multitoque. Mesmo assim, tornou-se um dos aparelhos mais desejados em todo o mundo e um importante contribuinte para a difusão do acesso móvel à Internet.</p>
<p>Mas o que é o iPhone? Alguns o consideram um <a title="Smartphone - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Smartphone" target="_blank"><em>smartphone</em></a>, outros, um <em>&#8220;feature phone&#8221;</em>. Há quem diga que é apenas um <em>media phone</em> ou um iPod capaz de fazer ligações. E o que diz a Apple? Bom, para a Apple é apenas o iPhone, nem mais nem menos&#8230; O que levanta essa discussão são as grandes contradições apresentadas pelo aparelho. Se por um lado ele traz fantásticos recursos multimídia, por outro ele peca com a ausência de recursos básicos, disponíveis na maior parte dos seus concorrentes.</p>
<p><span id="more-110"></span></p>
<p>Boa parte das limitações do iPhone não estão nem em seu hardware, nem em seu software. Conceitualmente, ambos são poderosos e bastante flexíveis. Entretanto, o modelo de negócios imposto pela Apple aos desenvolvedores é o principal responsável pela maior parte das críticas e é o que me faz considerar que existem dois modelos de iPhones disponíveis: o oficial, respeitando todos os limites impostos pela Apple, e o &#8220;livre&#8221;, aquele aberto para instalação de software desenvolvido pela comunidade alternativa através de um processo conhecido por <a title="Jailbreak - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jailbreak_%28iPhone%29" target="_blank"><em>jailbreaking</em></a>. As diferenças entre esses dois &#8220;modelos&#8221; é enorme. Ao desbloquear o iPhone para a instalação de software alternativo, praticamente todas as limitações desaparecem e ele mostra o seu verdadeiro potencial.</p>
<p>Mas quais são as limitações que fazem com que muitos não o considerem um verdadeiro smartphone? A maior parte é bem conhecida por todos e comento as dez mais relevantes a seguir:</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>1. <em>Copy&amp;Paste</em></strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Sem dúvida uma das falhas mais conhecidas, a falta de um método para copiar e colar texto limita consideravelmente o uso do iPhone como editor de documentos. Não podemos sequer copiar um link de um website e colá-lo em um email, por exemplo, ou copiar um endereço enviado por SMS para colá-lo em uma nova entrada no catálogo de endereços. É realmente frustrante e a Apple não possui nenhuma justificativa oficial para esta ausência. O que os <a title="John Gruber sobre a falta de copy&amp;paste no iPhone - Daring Fireball" href="http://daringfireball.net/2008/07/copy_and_paste" target="_blank">analistas dizem</a> é que, provavelmente a Apple ainda não chegou a uma solução realmente prática em termos de usabilidade. Se isso for verdade, certamente a função será incluída em uma futura atualização de software, mas, por enquanto, simplesmente não há o que fazer em um iPhone &#8220;normal&#8221; a não ser se conformar, em pleno século XXI, em digitar manualmente tudo o que queremos copiar.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>2. MMS</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Outra limitação difícil de entender. Como um celular multimídia, criado para viver conectado, não suporta torpedos com imagens, áudio e vídeo? Essa limitação até tem uma explicação razoável: nesta época de Internet ubíqua, ninguém mais precisaria dos sistemas de MMS, já que todo o conteúdo que poderia ser enviado em uma mensagem multimídia pode tranquilamente (sem trema, como dita o bom novo português) ser enviado por email. Pessoalmente, concordo plenamente, prefiro mandar um email com conteúdo multimídia que pode ser recebido por qualquer pessoa com acesso à sua caixa postal do que um torpedo MMS, método limitado e totalmente dependente da operadora tanto na hora do envio quanto no recebimento. Mesmo assim, o serviço existe e deveria ser uma opção em um celular como o iPhone.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>3. SMS limitado</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Quando o assunto é torpedo, não é apenas com o MMS que o iPhone peca. Seu suporte a SMS também fica aquém ao da concorrência. Não é possível, por exemplo, repassar torpedos recebidos para outros contatos, o que, com a falta de suporte ao <em>copy&amp;paste</em> dificulta bastante a vida de quem depende do SMS em seu dia-a-dia. Também não há um contador de caracteres para informar quando passamos do limite e nossa mensagem será quebrada em duas ou mais. Também especula-se que essas limitações serão resolvidas com uma futura atualização, mas até lá&#8230;</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>4. Videochamada</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Essa não é apenas uma limitação, mas uma grande perda de oportunidade pela Apple. Imaginem uma versão do iChat rodando no iPhone, permitindo a realização de videochamadas não apenas para outros celulares em redes 3G, mas para computadores conectados. Seria um recurso difícil de ignorar, tanto que especula-se que a Apple pode realmente fazer isso em uma próxima revisão do iPhone. Mas, no momento, isso é completamente impossível pelo simples fato de não existir uma câmera secundária na frente do aparelho. Portanto, videochamadas estão fora de questão. Não tem desculpa&#8230;</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>5. Gravação de Vídeo</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Falando em vídeochamadas, faço a ponte direto para essa outra limitação sem sentido. O iPhone não grava vídeo. Câmera para isso ele tem, sem falar na capacidade tanto em termos de processamento, quanto em termos de memória. O <em>player</em> embutido no aparelho não só reproduz, como sincroniza vídeos sem problemas com o iTunes, portanto, por que não permitir a gravação? Essa ninguém sabe nem como começar a explicar&#8230;</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>6. Discagem por voz</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Nem pensar. Talvez a Apple acredite que com uma tela multitoque os usuários não precisam de um sistema de reconhecimento de voz já que qualquer contato está a um toque de distância, mas os usuários não pensam assim e a grande maioria sente falta desse recurso, eu inclusive.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>7. Bluetooth</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Não há suporte a A2DP, ou seja, não há como usar fones de ouvido estéreo em um iPhone. Considerando que ele é um excelente reprodutor de áudio, limitar a audição de música a fones convencionais é frustrante. Além disso, o iPhone também não pode fazer transferência de arquivos via Bluetooth, toda a troca de arquivos é feita via cabo USB, através do iTunes. Não há nada mais século XX do que isso&#8230;</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>8. Java</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Um celular GSM incapaz de rodar aplicativos Java não é algo muito comum. Mas o iPhone não roda, o que não é difícil de entender graças ao modelo de comercialização de aplicativos imposto pela Apple que obriga os desenvolvedores a submeter seus programas a uma análise rígida antes que eles possam ser distribuídos via App Store. Existem muitas regras que devem ser seguidas, principalmente no quesito segurança, já que a Apple tenta garantir que nenhum aplicativo prejudique o uso do aparelho. Por outro lado, esse é um dos motivos pelos quais o iPhone não suporta aplicações Java. Se suportasse, qualquer desenvolvedor poderia distribuir seus programas de forma completamente independente da Apple. Se por um lado os usuários ganham em segurança e desempenho (aplições Java geralmente são mais lentas), por outro perdem em flexibilidade.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>9. Flash</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Essa eu considero uma crítica curiosa. Não porque seria muito interessante se o iPhone rodasse aplicativos desenvolvidos em Flash, mas porque praticamente nenhum outro <em>smartphone</em> o faz. Assim, acho injusto quando reclamam que o iPhone não pode abrir um site em Flash. Mais válido é criticar a falta de suporte ao Flash Lite, mas mesmo assim, não são muitas plataformas que o suportam, além de que praticamente nenhum website é desenvolvido com essa tecnologia. Hoje, o Flash Lite é mais usado como alternativa ao Java para o desenvolvimento de aplicativos que podem ser instalados no celular, o que cai novamente no problema de que qualquer um poderia desenvolver e distribuir programas sem passar pela App Store.</p>
<p style="padding-left:30px;">Por outro lado, o suporte a uma versão completa do Flash é algo complexo. Alguns desenvolvedores, junto com a Adobe, estão trabalhando para portar o Flash 10 para celulares, mas por enquanto não há nada muito concreto, apenas algumas <a title="Flash 10 para celulares em 2010 - CNet" href="http://reviews.cnet.com/8301-13970_7-10164745-78.html" target="_blank">poucas informações</a> sobre o Palm Pré e sobre futuras versões do Android, do S60 e do Windows Mobile previstas para 2010. Atualmente, o navegador <a title="Skyfire - site oficial" href="http://www.skyfire.com/" target="_blank">Skyfire</a> (disponível para Windows Mobile e Symbian) é capaz de abrir sites feitos em Flash, mas o desempenho é sofrível, o que torna o uso prático impossível, algo que o próprio Jobs comentou na época do lançamento da primeira versão do iPhone. Especula-se que a Adobe e a Apple estão trabalhando juntas no desenvolvimento de uma versão do Flash 10 para o iPhone, mas por enquanto, isso não passa de uma série de rumores.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>10. Multitasking e <em>Push Services</em><br />
</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Essa é uma crítica mais complexa. <a title="Daniel Dilger sobre o multitasking no iPhone - RoughlyDrafted" href="http://www.roughlydrafted.com/2008/03/13/iphone-20-sdk-the-no-multitasking-myth/" target="_blank">Não é que o iPhone não suporte esses recursos</a>, o fato é que os desenvolvedores não têm acesso a eles no momento de desenvolver seus aplicativos. O reprodutor de música e o gerenciador de ligações são dois exemplos de aplicativos que realizam multitasking com bastante eficiência. Podemos realizar outras tarefas sem problemas enquanto ouvimos nossas músicas, da mesma forma que podemos gerenciar compromissos, consultar endereços, fazer anotações e até navegar pela web durante uma ligação. Da mesma forma, o programa de email e o aplicativo de acesso à App Store não precisam estar abertos para notificar os usuários da chegada de mensagens ou da disponibilidade de uma determinada atualização. Por outro lado, nada disso é possível nos aplicativos de terceiros. Ao usar um programa de mensagens instantâneas, não é possível deixá-lo em segundo plano para realizar outras tarefas, por exemplo, da mesma forma que não é possível permanecer conectado ao fechar o aplicativo e continuar recebendo notificações cada vez que alguém nos escreve. A Apple prometeu acabar com algumas dessas limitações em versões futuras do iPhone OS, mas os desenvolvedores ainda estão aguardando.</p>
<p>Observando essas limitações, realmente somos levados a pensar duas vezes antes de chamar o iPhone de <em>smartphone</em>. Afinal, praticamente todos os fabricantes concorrentes sanaram mais da metade desses problemas há anos. Para piorar, no seu primeiro ano de vida, o iPhone ainda apresentava uma falha muito séria: a ausência de um método oficial para instalar novos aplicativos. Os usuários deviam se contentar com as poucas opções pré-instaladas ou, no máximo, acessar aplicações web simplificadas a partir do Safari.</p>
<p>Entretanto, dois produtos específicos foram apresentados para mudar radicalmente esse cenário, causando uma espécie de renascimento do iPhone: O kit de desenvolvimento de software (<a title="iPhone Dev Center - Baixe o iPhone SDK" href="http://developer.apple.com/iphone/" target="_blank">iPhone SDK</a>), que permite a qualquer desenvolvedor criar seus aplicativos, e a <a title="iPhone App Store - Apple" href="http://www.apple.com/iphone/appstore/" target="_blank">App Store</a>, que os permite distribuí-los de forma oficial. O primeiro, apresentado seis meses após o lançamento do iPhone original, pavimentou o caminho para o segundo, apresentado com a atualização para a versão 2.0 do <a title="iPhone OS - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Iphone_os" target="_blank">iPhone OS</a>, lançada junto com o iPhone 3G em julho de 2008. A partir daquele momento, o iPhone deixava de ser um simples iPod com tela multitoque e navegador web para se tornar uma plataforma potencialmente poderosa para diversas aplicações. Hoje, ele compensa muitas de suas falhas oferecendo aos seus usuários diversas opções para realizar as mais variadas tarefas longe de seus computadores. Apenas para ilustrar algumas possibilidades, cito alguns aplicativos que fazem sucesso na App Store:</p>
<p style="padding-left:30px;">A interface multitoque inspirou o desenvolvimento de vários aplicativos de controle remoto de computadores, como o <strong>Air Mouse</strong>, que transforma o iPhone em um trackpad poderoso que aproveita o acelerômetro de forma criativa; o <strong>iTunes Remote</strong> e o <strong>Keynote Remote</strong>, para controlar os dois conhecidos aplicativos da Apple; <strong>Mocha VNC</strong> e <strong>Jaadu VNC</strong> como exemplos de programas de acesso remoto ao desktop de qualquer máquina rodando um servidor VNC; <strong>TouchTerm</strong> como exemplo de terminal SSH para controle remoto de máquinas via linha de comando.</p>
<p style="padding-left:30px;">A tela multitoque também tornou possível a criação de interessantes programas musicais, como o <strong>Band</strong>, que oferece cinco instrumentos musicais virtuais, o <strong>Noise.io Pro</strong>, um sintetizador de nível semi-profissional (no novo português, o hífen só sai quando antecede vocábulos que começam com vogal, R ou S) e o<strong> Ocarina</strong>, o primeiro instrumento virtual de sopro para um dispositivo móvel que também permite o compartilhamento em tempo real das músicas executadas.</p>
<p style="padding-left:30px;">A câmera, apesar de sua baixa resolução para os padrões de hoje, também é bem aproveitada por diversos aplicativos. Além dos tradicionais leitores de códigos bidimensionais, como o <strong>Barcode</strong> (para reconhecer <a title="QR Code - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/QR_Code" target="_blank">códigos QR</a> ou <a title="Datamatrix - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Datamatrix" target="_blank">Datamatrix</a>) e o Microsoft <strong>TagReader</strong> (para códigos no novo padrão da MS, o <a title="Microsoft Tag - site oficial" href="http://www.microsoft.com/tag/" target="_blank">Microsoft Tag</a>), a App Store oferece programas para reconhecimento visual de livros e CDs (<strong>SnapTell</strong>) e para o reconhecimento de fontes (<strong>WhatTheFont</strong>), por exemplo.</p>
<p style="padding-left:30px;">Com uma tela de tamanho razoável, nada mais natural que o surgimento de leitores de e-books, como o <strong>eReader</strong> e o <strong>Stanza</strong>, que tornam o iPhone um concorrente de peso para o <a title="Amazon Kindle - Amazon.com" href="http://www.amazon.com/Kindle-Amazons-Wireless-Reading-Device/dp/B000FI73MA" target="_blank">Amazon Kindle</a>, oferecendo a possibilidade de download de livros gratuitos e comerciais a partir de conhecidas lojas online.</p>
<p style="padding-left:30px;">Uma crítica ao iPhone original, a falta de um programa de comunicação instantânea, hoje é sanada por vários aplicativos, como o <strong>BeejjiveIM</strong>, <strong>IM+</strong>, <strong>MobileChat</strong> e <strong>Parlingo</strong>, compatíveis com diversas redes, incluindo AOL, ICQ, MSN e Google Talk, além de programas que permitem o uso de sistemas VoIP, como o <strong>Fring</strong> e o <strong>Nimbuzz</strong>, para citar dois bons exemplos compatíveis com a rede do Skype.</p>
<p style="padding-left:30px;">Outra falha do iPhone, a falta de discagem por voz, é contornada com programas como o <strong>Cactus Voice Dialer</strong> ou <strong>Melodis Dialer</strong>.</p>
<p style="padding-left:30px;">Para desenvolvedores web, além dos programas de controle remoto, há boas opções para gerenciamento remoto e edição de páginas em HTML, CSS e PHP, como o <strong>Mides</strong>, uma solução integrada completa (um verdadeiro <a title="Integrated Delelopment Environment - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Integrated_development_environment" target="_blank">IDE</a> portátil) e o <strong>FTPOnTheGo</strong>, programa de FTP com editor de textos embutido.</p>
<p style="padding-left:30px;">Contornando a limitação do bluetooth, que impede a troca de arquivos e dados entre iPhones, foram desenvolvidos aplicativos que usam a rede Wi-Fi, como o <strong>Discover</strong>, para troca de arquivos, e o <strong>HandShake</strong>, para troca de contatos.</p>
<p style="padding-left:30px;">Também é grande o número de programas para acesso a serviços online tradicionalmente acessados via navegador. Dentre os exemplos mais conhecidos estão o <strong>FaceBook</strong> e <strong>MySpace</strong>, excelentes aplicativos oficiais de acesso às duas das redes mais conhecidas, além de uma série de programas para Twitter, Delicious e Digg, entre outros. Aqui no Brasil, bancos como Bradesco e Itaú também oferecem seus aplicativos exclusivos para iPhone, com recursos adicionais aos encontrados nas versões móveis de seus sites.</p>
<p style="padding-left:30px;">Podemos adicionar ainda a infinidade de programas de localização e interação social via GPS (como <strong>AroundMe</strong>, <strong>EarthScape</strong>, <strong>iMapMyRide</strong>, <strong>Google Earth</strong>, <strong>GPS Tracker</strong>, <strong>RunKeeper</strong>, <strong>WhosHere</strong> e dezenas de outros) e de jogos que usam todos os recursos do iPhone (acelaração 3D, acelerômetro e a tela multitoque) de forma bastante criativa.</p>
<p>Ainda assim, essa é apenas a ponta do imenso iceberg que é a App Store, com os seus milhares de aplicativos que já foram baixados mais de <a title="App Store chega a 500 milhões de downloads - BusinessWeek" href="http://www.businessweek.com/technology/ByteOfTheApple/blog/archives/2009/01/the_app_store_s.html" target="_blank">500 milhões</a> de vezes, fazendo dela a loja de software online de maior sucesso da história.</p>
<p>Assim, se por um lado o iPhone tem sérios problemas que provocam críticas relevantes nos quatro cantos do planeta, por outro ele está contribuindo de forma considerável na reinvenção do telefone celular, influenciando praticamente todos os outros fabricantes. Entretanto, talvez o maior concorrente do iPhone seja ele mesmo, em sua versão <em>jailbroken</em>.</p>
<p>Ao liberar um iPhone para a instalação de software desenvolvido de forma completamente independente da Apple e sua App Store, grande parte dos problemas que cito no início deste artigo desaparecem. Retomando alguns dos tópicos, apresento as soluções disponíveis via Cydia (uma espécie de App Store não oficial) para quem tiver a coragem de liberar seu iPhone das amarras da Apple (<span style="color:#800000;"><strong>o que, deixo claro, é um procedimento que invalida a garantia &#8211; se der errado, pode inutilizar o aparelho</strong></span> &#8211; portanto, não darei aqui o caminho das pedras a ninguém):</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Copy&amp;Paste</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">A primeira solução realmente eficiente para sanar esse problema foi uma extensão chamada <strong>Clippy</strong>, que, de forma original, altera o teclado virtual secundário (para símbolos e números) incluindo botões para cópia, recorte e cola, além de acesso a um clipboard capaz de armazenar vários itens copiados para a memória. A solução é extremamente funcional, e vem melhorando com o tempo, a cada nova versão. A seleção de texto, no entanto, é dificultada pela forma convencional de clicar e arrastar para marcar determinado trecho. Esse método, que funciona muito bem em um computador operado por mouse, não é tão eficiente em um equipamento operado diretamente com os dedos.</p>
<p style="padding-left:30px;">Uma segunda solução, na minha opinião mais eficiente em termos de usabilidade, é a instalação do <strong><em>h</em>Clipboard</strong>. Ao contrário do Clippy, o <em>h</em>Clipboard não altera o teclado original do iPhone, ele é um teclado adicional que pode ser ativado e desativado livremente na tela de gerenciamento de teclados internacionais. Seu método de seleção é muito mais preciso e a manipulação de itens armazenados no clipboard é direta, não dependendo de uma tela adicional o que a torna mais eficiente. É uma solução bastante elegante.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>MMS</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">A melhor alternativa para envio de MMS em um iPhone <em>jailbroken</em> é a instalação do <strong>SwirlyMMS</strong>. Fácil de usar, permite o envio e recebimento de mensagens multimídia de uma forma que deveria ser oficialmente suportada pela Apple.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>SMS limitado</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Aqui, existem várias opções, mas a melhor, na minha opinião é um aplicativo chamado <strong>iRealSMS</strong>. O usuário tem a opção de usá-lo eventualmente ou integrá-lo profundamente ao sistema, praticamente substituindo o programa de SMS original. Com ele, torna-se possível repassar mensagens, criar modelos de mensagens, editar o texto com um teclado horizontal e permite a organização das mensagens em pastas. É tudo que o programa de SMS original deveria ser.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Gravação de Vídeo</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Dois aplicativos resolvem esse problema, o <strong>Cycorder</strong> e o <strong>iPhone Video Recorder</strong>. Pessoalmente prefiro o primeiro pela velocidade de codificação do vídeo capturado e por possuir uma versão gratuita, suportada por pequenos anúncios. Ambos podem ser extendidos com plugins adicionais para compartilhamento de vídeos em sites como YouTube.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Java</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Algumas máquinas virtuais Java estão disponíveis para o iPhone, apesar de que programas em Java são praticamente desnecessários graças à ampla oferta de aplicativos tanto dentro quanto fora da App Store.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Multitasking</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Com a instalação da extensão <strong>Backgrounder</strong>, praticamente qualquer aplicativo pode ser configurado para continuar rodando em background, mesmo depois de fechado. Ótimo para aplicativos de mensagens instantâneas.</p>
<p>Além dessas soluções diversas outros programas ampliam muito o escopo do que pode ser feito com um iPhone, como gerenciadores de arquivos que permitem o acesso irrestrito à estrutura de arquivos (<strong>MobileFinder</strong>), <em>access point</em> Wi-Fi portátil (<strong>iPhone Modem</strong> e <strong>PdaNet</strong>), GPS ponto a ponto (<strong>xGPS</strong>), entre muitos outros.</p>
<p>É claro que o iPhone não é para todos, e essa é a beleza da concorrência. Quem depende de seu <em>smartphone</em> principalmente para emails poderá ser melhor servido por um BlackBerry. Quem depende de recursos de edição de documentos de texto, planilhas e apresentações, tem à disposição ferramentas poderosas para Palm OS, Windows Mobile e Symbian (como o <strong>Documents to Go</strong> e o <strong>QuickOffice</strong>). Mas o fato é que, depois do iPhone, nenhuma dessas plataformas será a mesma e nem a nossa forma de lidar com os celulares. É só olharmos para os lançamentos à nossa volta para comprovar isso: BlackBerry Storm, Windows Mobile 6.5, Palm Pré, a quinta edição da plataforma S60&#8230; Todos estão de olho no mercado inaugurado pelo iPhone, o de dispositivos poderosos que permitem a manipulação direta das nossas informações.</p>
<p>Há espaço para todos e torço para que concorrência traga produtos cada vez mais inovadores e funcionais. Dizem que nosso futuro é móvel, mas eu afirmo: o futuro já chegou!</p>
<p>Quanto ao o que é o iPhone, bom, talvez ele simplesmente não se encaixe em nenhuma categoria convencional. Com tantas novidades chegando ao mercado pelas mãos de todos os fabricantes, é hora de definirmos uma nova classe de equipamentos. Fica aqui o desafio!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/indistinguivel.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/indistinguivel.wordpress.com/110/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=110&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Nokia 5800 XpressMusic: Mais um touchscreen</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 05:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demorou um bom tempo&#8230; Desde o anúncio do iPhone em janeiro de 2007, os rumores de que a Nokia estaria desenvolvendo um aparelho com tela sensível ao toque inundaram a rede. De lá pra cá, a Apple lançou 5 modelos de iPhone: (iPhone 4GB original, iPhone 8GB original, iPhone 16GB, IPhone 3G 8GB e iPhone <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=49&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/10/nokia_5800.png"><img class="size-large wp-image-50" title="nokia_5800" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/10/nokia_5800.png?w=450&#038;h=294" alt="Nokia 5800 XpressMusic" width="450" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Nokia 5800 XpressMusic</p></div>
<p>Demorou um bom tempo&#8230; Desde o anúncio do iPhone em janeiro de 2007, os rumores de que a Nokia estaria desenvolvendo um aparelho com tela sensível ao toque inundaram a rede. De lá pra cá, a Apple lançou 5 modelos de iPhone: (iPhone 4GB original, iPhone 8GB original, iPhone 16GB, IPhone 3G 8GB e iPhone 3G 16GB) e outras empresas como Samsung, LG e HTC também entraram na brincadeira com celulares touch como o LG Prada, Lg Viewty, Samsung Instinct, Samsung Omnia, a linha HTC Touch e vários outros.</p>
<p>Mas, depois de muita expectativa, a Nokia apresentou seu novo brinquedo: o Nokia 5800 XpressMusic. De cara, é um lançamento curioso pois, ao invés de aproveitar sua linha de celulares multimídia (N Series) para introduzir sua plataforma touchscreen, a Nokia optou por usar a linha XpressMusic para isso. Assim, o modelo 5800 tornou-se o primeiro XpressMusic rodando a plataforma S60 e assumiu o status de smartphone.</p>
<p><span id="more-49"></span>A versão do sistema operacional do Nokia 5800 é o Symbian 9.5. É o primeiro aparelho da Nokia a usar essa versão (outros aparelhos recentes, como o N96, o N85 e o N79 rodam a versão 9.3) e é também o único a rodar a 5ª edição da plataforma S60. Os aparelhos N Series mais novos rodam a 3ª edição e nunca houve uma 4ª &#8211; alguns países asiáticos consideram o número 4 como fonte de azar e, por isso, a Nokia resolveu pular da 3ª diretamente para a 5ª edição.</p>
<p>O novo celular oferece uma ampla tela de 3.2 polegadas com uma resolução bastante elevada (360&#215;640 pixels). A comparação com o iPhone é inevitável: o aparelho da Apple possui uma tela maior (3.5 polegadas) com uma resolução menor (320&#215;480 pixels). São 230 DPI do aparelho da Nokia contra 163 DPI do iPhone, uma diferença razoável. Considerando que o iPhone já era um dos celulares de maior resolução do mercado, o 5800 certamente será um aparelho de destaque.</p>
<div id="attachment_51" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/10/nokia_tube_aka.jpg"><img class="size-large wp-image-51" title="nokia_tube_aka" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/10/nokia_tube_aka.jpg?w=450&#038;h=342" alt="Nokia 5800" width="450" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Nokia 5800</p></div>
<p>A entrada de dados pode ser feita com o dedo ou com a stylus incluída com o celular. Textos podem ser digitados em um teclado numérico virtual, em um teclado QWERTY também virtual ou através de um sistema de reconhecimento de escrita manual.</p>
<p>O Nokia 5800 é um celular GSM quadriband e WCDMA dualband. Possui suporte a redes de dados GPRS, EDGE, UMTS, HSDPA e WiFi; aGPS integrado; câmera de 3.2 megapixels com lentes Carls Zeis e foco automático; 81 MB de memória interna e suporte a cartões MicroSD de alta densidade (ele vem com um cartão de 8GB de fábrica). Possui também um acelerômetro interno e seu conector para fones de ouvido é padrão de 3.5 mm, compatível com a maioria dos fones do mercado.</p>
<p>O preço sugerido de lançamento é de 279 euros, o que o coloca como um aparelho relativamente barato, principalmente se considerarmos que as operadoras devem subsidiá-lo, acarretando em queda de preço.</p>
<p>Agora só nos resta aguardar os primeiros testes para sabermos como o aparelho irá se comportar em uso&#8230;</p>
<p>Mais detalhes no <a title="Nokia 5800 XpressMusic" href="http://europe.nokia.com/A41271008" target="_blank">site do produto</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/indistinguivel.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/indistinguivel.wordpress.com/49/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=49&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vamos sonhar?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 03:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[dispositivos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
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		<description><![CDATA[O dia 23 de setembro de 2008 marca a chegada de um novo jogador no campo dos celulares inteligentes. Depois de uma longa espera, finalmente a operadora americana T-Mobile apresentou o primeiro smartphone baseado no Android, o sistema operacional do Google para celulares. Fabricado pela HTC, responsável por uma gama variada de smartphones baseados em <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=indist.com&amp;blog=4298807&amp;post=46&amp;subd=indistinguivel&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/09/dream.png"><img class="size-medium wp-image-47" title="HTC Dream" src="http://indistinguivel.files.wordpress.com/2008/09/dream.png?w=240&#038;h=225" alt="HTC Dream" width="240" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">HTC G1 &quot;Dream&quot;</p></div>
<p>O dia 23 de setembro de 2008 marca a chegada de um novo jogador no campo dos celulares inteligentes. Depois de uma longa espera, finalmente a operadora americana <a title="T-Mobile" href="http://www.t-mobile.com" target="_blank">T-Mobile</a> apresentou o primeiro smartphone baseado no <a title="Open Handset Alliance" href="http://www.openhandsetalliance.com" target="_blank">Android</a>, o sistema operacional do Google para celulares.</p>
<p>Fabricado pela <a title="HTC" href="http://www.htc.com" target="_blank">HTC</a>, responsável por uma gama variada de smartphones baseados em Windows Mobile, o <a title="HTC G1" href="http://www.htc.com/www/product/g1/overview.html" target="_blank">G1</a> (conhecido até agora como Dream) começará a ser vendido em outubro, dando início a uma nova etapa na era da ubiqüidade computacional. Ou será que não?</p>
<p><span id="more-46"></span>Atualmente, encontramos uma quantidade razoável de plataformas móveis: <a title="Symbian" href="http://www.symbian.com" target="_blank">Symbian</a>, <a title="Palm" href="http://www.palm.com" target="_blank">Palm OS</a>, <a title="Windows Mobile" href="http://www.microsoft.com/windowsmobile/en-us/default.mspx" target="_blank">Windows Mobile</a>, <a title="Openmoko" href="http://wiki.openmoko.org/wiki/Main_Page" target="_blank">Linux</a> e, mais recentemente, o <a title="iPhone" href="http://www.apple.com/iphone">iPhone OS</a>. Com tantas opções, muitos questionam se o Android será capaz de se sobressair e conquistar uma fatia do mercado. A tarefa não é fácil, principalmente se considerarmos que muitas das plataformas concorrentes já estão no mercado há décadas e cativaram uma base considerável de usuários.</p>
<p>Acredito que o G1 acabará funcionando como um teste de aceitação. Vendido exclusivamente por uma única operadora, seu eventual sucesso ou fracasso mostrará o quanto o público é capaz de aceitar uma nova plataforma. Aparentemente, a idéia é repetir o que a Apple fez em 2007, com o iPhone. Lançado em condições semelhantes (vendido apenas no mercado norte-americano por uma única operadora), o celular da Apple tornou-se um objeto de desejo que será comercializado em cerca de 70 países até o final deste ano.</p>
<p>Repetir esse sucesso não é fácil mas os criadores do Android fizeram seu dever de casa, pelo menos em parte. Graças a uma competição realizada no início deste ano, oferecendo até 250 mil dólares para os melhores desenvolvedores, o G1 chegará às lojas amparado por uma boa quantidade de aplicativos, muitos dos quais inovadores. Assim como ocorre com o iPhone, o G1 (e todos os celulares baseados no Android que forem lançados a seguir) permitirá o acesso a uma loja virtual de aplicativos que poderão ser comercializados ou distribuídos gratuitamente, o <em>Android Market</em>.</p>
<p>Mas nem tudo são flores para a nova plataforma. O Android foi criado para ser um sistema livre, disponível para qualquer fabricante interessado em lançar um dispositivo compatível. Cada fabricante tem a liberdade de projetar o hardware da forma que achar mais interessante e, com isso, veremos aparelhos tanto com telas sensíveis ao toque quanto com telas convencionais, aparelhos com ou sem teclado e aparelhos com formatos variados. Do ponto de vista do desenvolvedor, o sonho torna-se um pesadelo, pois todo aplicativo deve ser pensado para funcionar em qualquer celular rodando o Android, independente da sua forma e da sua interface física. As chances da coisa toda não funcionar bem são consideráveis.</p>
<p>Mas, apesar dos problemas, é sempre bom contar com mais um jogador em um mercado já competitivo. Quem sai ganhando com mais opções é o usuário, que terá acesso a cada vez mais aparelhos a custos cada vez mais baixos. O único risco, nesse caso, é o Google conseguir chegar ainda mais perto de seu maior objetivo: a dominação do mundo&#8230; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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